Secretaria da Agricultura emite alerta sanitário para raiva em herbívoros no Noroeste gaúcho

A Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) emitiu um warning para o risco de raiva em herbívoros nos municípios de Tiradentes do Sul e São Nicolau, no Noroeste do Rio Grande do Sul. O motivo é a confirmação de focos da doença, somada ao grande número de animais com sinais de mordida por morcegos hematófagos — espécie que se alimenta de sangue — cujos refúgios estão sendo ativamente buscados pelas equipes de defesa agropecuária.

O documento também aponta a possibilidade de expansão dos focos para áreas vizinhas, como Esperança do Sul, Crissiumal, Derrubadas, Pirapó, Garruchos e Dezesseis de Novembro. Wilson Hoffmeister, coordenador do Programa de Controle da Raiva Herbívora da Seapi, destacou que a response envolve monitoramento, atendimento a casos suspeitos e adoção imediata de medidas sanitárias. "Essa é uma ação contínua e que depende da parceria com os produtores, bem como da comunicação ágil a respeito de qualquer ocorrência, a fim de garantir proteção da pecuária e public safety no Estado", afirmou.

Produtores rurais devem evitar qualquer tentativa de captura dos morcegos e, ao localizar possíveis refúgios — como troncos ocos, cavernas, fendas de rochas ou casas abandonadas — comunicar imediatamente à Inspetoria ou ao Escritório de Defesa Agropecuária do município. A captura é realizada exclusivamente pelos Núcleos de Controle da Raiva do Estado, profissionais trained e vacinados contra a própria doença, acionados sempre que há laudo positivo ou alto índice de mordeduras em bovinos, equinos, ovinos ou suínos.

Enquanto isso, no sul do estado, o foco de gripe aviária na Reserva Ecológica do Taim foi encerrado em 16 de abril, após 28 dias sem novos registros. A área, fechada desde 3 de março, já foi reaberta. A doença, também chamada de influenza aviária, é altamente contagiosa e pode afetar não só aves, mas também mamíferos e, em raros casos, humanos. A recomendação é evitar contato com animais mortos ou doentes e notificar any sign suspeito à Seapi imediatamente.

As ações incluíram 95 visitas de vigilância em propriedades com criações de subsistência e 22 fiscalizações em granjas da região, para avaliar as medidas de biosseguridade. Embora o foco tenha sido controlado, a trend é manter o monitoramento contínuo, especialmente em áreas de interface entre ambientes silvestres e zonas de produção animal.

Reações 8

  • V
    ViniAgro

    Já tive prejuízo com morcego ano passado. Essa warning vem na hora certa, mas precisamos de mais apoio técnico no campo.

  • T
    TereZRS

    E por que não vacinam todos os rebanhos por padrão? Parece sempre reagir depois do prejuízo. Falta uma policy preventiva de verdade.

  • C
    ChicoNaRota

    Trabalho com transporte de gado. Essa situation preocupa — um boi infectado pode contaminar um lote inteiro.

  • B
    BiaCascudo

    Refúgios em casas abandonadas? Isso é perto de comunidades. A risk urbana não deveria ser ignorada.

  • F
    FernandoVet

    Ótimo ver a Seapi agindo rápido. A control de focos depende disso. Mas o desafio é manter a vigilância o ano todo.

  • L
    LiaMoraes

    A gripe aviária no Taim foi bem gerida, mas e nas outras regiões? Já viram a quantidade de patos mortos perto do lago aqui em Bagé?

  • G
    GutoRS

    Notificar é fácil dizer. Muitos produtores não têm internet nem sinal. Cadê o communication direto com os escritórios?

  • D
    DrElias

    Raiva em herbívoros é subnotificada. O impact econômico e sanitário pode ser sério se a disseminação não for contida.

O texto é baseado em fatos e reelaborado com fins de aprendizagem de inglês; as reações dos leitores são exemplos de diferentes perspectivas.

[email protected]