Cristina Ferreira lamenta palavras no caso de violação mas recusa pedir desculpas formais
Em direto no Jornal Nacional, Cristina Ferreira esclareceu que the statement da TVI não foi escolha sua, nem aquele aconselhado pelos advogados — ambos, disse, não refletem a sua forma habitual de comunicar. A apresentadora e diretora de Entretenimento e Ficção da estação falou com the audience para assumir o seu position sobre a polémica gerada por uma pergunta no programa "Dois às 10", envolvendo um caso de alegada violação.
Cristina recusou pedir formal apologies , optando por expressar um lament pelas palavras usadas em direto. Defendeu que o objetivo era compreender comportamentos em contextos de violência sexual, não justificar crimes. "Quis perceber, não justificar", insistiu, destacando que a pergunta foi feita a uma comentadora, não como uma opinião pessoal. Afirmou ainda que "o não é não, ponto", reforçando o respeito pelo consent .
Reconheceu que a formulação poderia ter sido diferente: "Se tivesse escrito aquela pergunta, teria usado as palavras certas". Apontou que o direto traz pressure e limitações na escolha de palavras, mas manteve que a intenção foi analisar condutas, não minimizar o crime. Questionou ainda as acusações de machismo: "Porque é que sou machista em querer perceber o comportamento de um violador?", defendendo que o understanding do mal não equivale o apoio ao mal.
Ao falar de feminism , Cristina afirmou que sua carreira tem sido uma demonstração da capacidade das mulheres. "Ser feminista é, acima de tudo, mostrar que qualquer mulher é capaz", disse, lamentando que colegas não tenham entrado em contato antes de reagir publicamente. Contou que recebeu mensagens de pessoas com medo de expressar opiniões por causa do clima de public judgment nas redes sociais.
Sobre o comunicado institucional, explicou que foi uma decisão jurídica, não sua escolha de comunicação. "Essa não é a minha forma de comunicar em 20 anos", afirmou, justificando a entrevista ao vivo como forma de diálogo direto. No final, reforçou o clarification : espera ter explicado a intenção, lamenta o impacto das palavras, mas mantém que não houve tentativa de justificar o crime — apenas de compreender um complex behavior .
Claro que o lamento não substitui um pedido de desculpa formal, mas pelo menos houve clarification esclarecimento.
Ela fala de diálogo, mas onde estava o empathy empathia na pergunta original?
As redes sociais transformam cada erro numa public trial audiência pública. Isso sim é preocupante.
Quis perceber o que se passa na cabeça de um violador? Ok, mas isso tem de ser feito com muito mais sensitivity sensibilidade.
O pior não foi a pergunta, foi response A resposta da TVI. Soou defensiva e desalinhada.
Ser feminista não é imune a erros. O importante é o responsabilização depois.
Ela tem razão sobre o medo de falar. Muitos agora só repetem o que é socially acceptable socialmente aceitável.