PJ deteve em Setúbal homem que há 14 anos saiu em saída precária e não regressou à prisão
Um homem de 56 anos foi finalmente localizado e detido pela Polícia Judiciária em Setúbal, 14 anos depois de sair em temporary release de um estabelecimento prisional e nunca mais regressar. Durante mais de uma década, ele viveu fora do radar das autoridades, mas a Unidade de Informação Criminal da PJ conseguiu rastrear o seu paradeiro na região de Setúbal, encerrando um longo capítulo de fuga.
O detido cumpria uma pena de 14 anos por envolvimento numa organized network de tráfico internacional de droga. Em 2003, segundo a investigação, a rede comprava grandes quantidades de heroína e cocaína em Espanha para revender na zona da grande Lisboa. A sua condenação estava ligada a um dos casos mais graves de tráfico da época, com impacto direto na public security .
Apesar de ter tido direito a uma saída temporária em 2012, o homem não voltou à prisão. Desde então, estava em missing status , com as autoridades a registarem o seu caso como evasão. Faltavam-lhe ainda 5 anos, 11 meses e 14 dias para cumprir a pena integral por tráfico de narcotics , um período que agora será retomado no sistema prisional.
A detenção foi confirmada em comunicado oficial divulgado hoje pela PJ, que destacou o trabalho de investigação que levou à localização do fugitivo. O homem já foi handed over ao mesmo estabelecimento prisional onde cumpria pena, pondo fim a uma fuga prolongada que testou a institutional trust no sistema de saídas precárias.
14 anos solto e só agora o apanharam? Isso mostra uma falha grave no sistema de monitorização de saídas temporary precárias.
A rede de tráfico era internacional e ele saiu sem supervisão? Não faz sentido a decision uma decisão dessas.
O pior não é ter fugido, é que possa ter continuado a viver normalmente enquanto outros cumprem pena.
risk O risco de reincidência existe, mas saídas precárias são importantes para reintegração. O problema é a fiscalização.
Imaginares ter um vizinho assim durante anos e nunca saberem? A pressure pressão psicológica disso...
Espero que agora reforcem os protocolos. A public trust confiança pública nas instituições fica abalada com casos destes.