Taça: FC Porto busca feito que só alcançou uma vez (e com Villas-Boas)
Na quarta-feira, no Estádio do Dragão, o FC Porto encara uma missão com a history específica: reverter uma desvantagem na Taça de Portugal. Depois de perder por 1-0 frente ao Sporting em Alvalade, os dragões precisam de uma atuação de high intensity para alcançar uma marca rara — e que só cumpriram uma vez desde que as meias-finais passaram a ser disputadas em dois jogos.
O único precedente bem-sucedido remonta à temporada lendária de 2010/2011, com um treinador lendário, André Villas-Boas. Na altura, o FC Porto não só virou a meia-final com o Benfica — após perder por 2-0 no Dragão — como venceu por 3-1 na Luz. O fator desempate era o número de golos fora de casa, e os azuis e brancos aproveitaram com uma vantagem clara nesse critério. A campanha culminou com a conquista do título da prova, somando-se ao campeonato invicto, à Liga Europa e à Supertaça.
Desde 2008/2009, quando o formato foi alterado, apenas três outras vezes uma equipe conseguiu tal a comeback nas meias-finais. Em 2014, o Benfica devolveu o prejuízo ao Porto com um triunfo por 3-1 na Luz, após perder no Dragão. Já o Sporting protagonizou duas viradas: em 2018, eliminou o FC Porto nos penáltis após empatar 1-1 no agregado, e um ano depois afastou o Benfica com um golo de fora que pesou mais — marcado por Bruno Fernandes em Alvalade.
Há, porém, um sinal de alerta: nem toda reviravolta leva ao título. Em 2018, o Sporting conseguiu a proeza nas meias, mas perdeu a final para o Desp. Aves por 2-1, num jogo marcado pelo contexto de tensão pós-ataque à Academia de Alcochete. Nas outras três ocasiões, quem virou nas meias também levantou a taça: o Porto em 2011, o Benfica em 2014 e o próprio Sporting em 2019, ao vencer o Dragão nos penáltis.
Agora, com o estádio expectante e a direct confrontation a aproximar-se, a pressão está no banco portista. Vencer não basta: é preciso marcar mais do que o Sporting e evitar o empate a zero ou por um golo. A mentalidade de campeão, forjada em momentos como 2011, será posta à prova. O passado mostra que é possível, mas também que o futebol raramente perdoa a falta de precisão num momento tão decisive phase .
É raro mesmo. Desde 2009, só quatro vezes houve a comeback remontada nas meias. O FC Porto precisa de um jogo quase perfeito.
Em 2018 o Sporting virou e perdeu a final... isso pesa. Uma carga psicológica dessas não se esquece fácil.
Villas-Boas era outro nível. Hoje, a pressure pressão é maior, mas a base tática parece mais frágil.
O fator casa ajuda, mas o Sporting sabe jogar sob alta pressão. Não será fácil.
Se o Porto não marcar cedo, a tension tensão toma conta do estádio. E aí, vira caos.
Histórico interessante, mas agora é sobre o presente. Uma real challenge desafio real de gestão emocional.
E se perderem novamente? A consequence consequência será um ano sem títulos. Não pode acontecer.