SIS identifica Rússia, China, Coreia do Norte e Irão como principais ameaças à segurança interna

Pela primeira vez, o Serviço de Informações de Segurança (SIS) nomeou explicitamente a pressure exercida pela Rússia, China, Coreia do Norte e Irão sobre a segurança interna de Portugal. Diferente de relatórios anteriores, que falavam apenas em "Estados hostis", o novo report detalha como esses países usam meios digitais e humanos para comprometer instituições públicas e privadas, exigindo uma resposta mais direta e coordenada.

Segundo o SIS, a Rússia mantém uma rede avançada de ação, com foco em acessar critical infrastructure , como cabos submarinos, e em recolher informação sensível. Há preocupação com possíveis atos de sabotagem, especialmente contra empresas que fornecem material militar à Ucrânia. A risk não é apenas direta, mas também indireta, através de ciberataques encobertos e operações de longo prazo.

No domínio digital, destaca-se um aumento acentuado de cyberattacks e cyberespionage , com uso de tecnologias avançadas, incluindo inteligência artificial. Grupos apoiados por esses Estados visam setores como energia, saúde e finanças. Um caso recente envolveu routers comprometidos por agentes ligados ao GRU russo, permitindo a extração de sensitive information de natureza governamental e militar desde 2024.

As autoridades alertam que os ataques exploram falhas humanas — como senhas fracas ou cliques em links suspeitos — e não apenas falhas técnicas. Isso reforça a importância do public trust em boas práticas digitais e do Programa de Proteção do Conhecimento, que apoia cientistas e empresários. O objetivo é melhorar a response a ameaças em tempo real.

Este decision de nomear os países diretamente reflete uma mudança de strategy face ao crescente alcance global de operações cibernéticas estatais. O SIS pretende aumentar a cooperation com parceiros internacionais e reforçar a resiliência nacional, num contexto onde a segurança interna já não pode ser vista apenas como uma questão local.

Reações 6

  • C
    Catarina_S

    O price da nossa segurança está a subir, mas será que estamos realmente preparados para esta nova guerra invisível?

  • T
    TiagoRibeiro

    Nomear os países é um passo importante, mas não adianta só apontar o dedo — precisamos de mais investment em defesa cibernética agora.

  • M
    MartaPC

    É assustador pensar que um simples clique pode expor dados de national security . A educação digital tem de ser prioridade.

  • N
    Nuno_V

    Enquanto a trust nas instituições desce, ataques como estes exploram exatamente essa fragilidade. Falta liderança clara.

  • A
    Ana_L

    A Rússia já era esperada, mas ver a China e o Irão no mesmo nível é uma wake-up call séria para todos nós.

  • R
    Rui_Mendes

    Será que este relatório vai resultar em ações reais ou vai ficar só na warning ?

O texto é baseado em fatos e reelaborado com fins de aprendizagem de inglês; as reações dos leitores são exemplos de diferentes perspectivas.

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