Realidade virtual a serviço da mente: startup lança plataforma para avaliações neuropsicológicas
Em um market onde tecnologia e saúde se cruzam cada vez mais, uma startup de Ponta Grossa está chamando a atenção com uma proposta ousada: usar realidade virtual para transformar avaliações neuropsychological . O Irispace não quer substituir psicólogos, mas sim oferecer um support poderoso para tornar o processo mais precise e menos cansativo — especialmente para crianças e adolescentes, cujo engajamento costuma ser um grande challenge .
Desenvolvida dentro da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), a plataforma se baseia em três pilares: avaliar, estimular e observar. Com atividades gamified , o sistema cria ambientes interativos que capturam o comportamento do paciente em tempo real. Isso permite uma coleta de data mais rica e organizada, reduzindo o tempo de análise e acelerando o response às famílias. Como destaca o professor Mauricio Zadra Pacheco, um dos fundadores, a update constante das informações é essencial para um acompanhamento eficaz.
O responsável técnico, Michael Lemes Gomes, explica que a realidade virtual aumenta o engagement ao tornar as sessões mais dinâmicas. Em vez de testes tradicionais, muitas vezes boring ou stressful , os pacientes interagem com cenários virtuais que simulam desafios do dia a dia. Essa abordagem não só melhora a qualidade do diagnosis , como também permite estimular habilidades cognitivas durante o próprio processo de avaliação.
Atualmente, o Irispace é voltado para quatro perfis clínicos: TDAH, autismo, altas habilidades e déficit cognitivo — um range que cobre necessidades reais e crescentes na saúde mental. A ferramenta já está em fase de lançamento e pode ser testada por profissionais interessados, graças ao apoio do programa Anjo Inovador e da incubadora da UEPG. A conexão entre pesquisa acadêmica e inovação prática nunca foi tão direct , e o impacto pode ser significativo para clínicas e famílias.
Mais do que uma nova ferramenta, o Irispace representa uma mudança de approach : em vez de observar o paciente em um ambiente artificial e static , coloca-o em situações dinâmicas, mais próximas da realidade. Essa mudança pode influenciar não só o speed dos diagnósticos, mas também a trust nas decisões clínicas. E em um campo onde cada detalhe conta, isso pode fazer toda a difference .
Interessante, mas será que a cost custo-benefício justifica para clínicas pequenas?
Meu filho tem TDAH e adora jogos. Se isso ajudar no diagnóstico, já é um passo à frente.
Tecnologia promissora, mas não podemos esquecer que o olhar humano ainda é insubstituível.
Parabéns pela innovation inovação! Integração de VR em saúde mental é o futuro.
Ansiosa para saber se vão expandir para outros perfis clínicos em breve.
Espero que não vire mais um modismo caro sem real resultado prático.
A universidade cada vez mais na vanguarda. Orgulho de ver projetos assim saindo da UEPG.
Acho que a adoption adoção por profissionais vai depender do treinamento oferecido.