Pefoce supera a marca de 2,5 milhões de Carteiras de Identidade Nacional emitidas no Ceará
A Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) ultrapassou uma marca simbólica: 2,5 milhões de Carteiras de Identidade Nacional (CIN) emitidas desde janeiro de 2024. Em pouco mais de dois anos, esse número representa cerca de a quarter da população cearense já integrada ao novo sistema de identificação civil, um avanço considerável no exercício da citizenship e no acesso a direitos básicos.
O novo documento, alinhado ao padrão federal, substitui modelos anteriores com melhorias em security e tecnologia biométrica, garantindo maior reliability na identificação. Um dos pontos centrais é a adoção do CPF como número único de identificação, conforme a Lei nº 14.534/2023 — uma mudança que reduz errors nos cadastros e simplifica o acesso a serviços públicos e privados em todo o país.
Segundo Ricardo Filgueiras, coordenador da Coordenadoria de Identificação Humana e Perícias Biométricas (CIHPB/Pefoce), o resultado reflete um esforço conjunto entre gestão, servidores e parceiros. "Estamos no caminho certo para atingir a meta nacional", afirmou, destacando a expansão de postos de atendimento e a modernization de processos. Hoje, os 184 municípios cearenses têm acesso ao serviço, o que assegura equal access independentemente da localização.
A primeira via da CIN é gratuita, um ponto crucial para a inclusão social, enquanto a segunda via custa R$75,58. Quem opta pela versão em cartão de policarbonato — mais durable e resistente — paga R$78,10 já na primeira emissão. O agendamento pode ser feito online ou em equipamentos como Casas do Cidadão e Vapt Vupt, com documentos básicos como certidão de nascimento ou casamento e comprovante de residência.
Esse avanço vai além da burocracia: cada nova carteira emitida fortalece a legal security , amplia o direito à identidade e reduz a risk de populações historicamente excluídas. No cenário nacional, o Ceará se posiciona como um dos estados com maior adesão ao novo modelo, um exemplo de public service eficaz e voltado para as pessoas.
É impressionante ver como um documento pode mudar tanto a vida de quem antes nem sequer tinha identidade formal. Isso aqui é real inclusion inclusão de verdade.
Mas o preço da segunda via é absurdo, R$75 é muito para muita gente. Acho que o governo deveria rever isso, principalmente se o foco é access acesso universal.
Enquanto isso, outros estados ainda nem começaram a emitir em escala. O Ceará está na frente, mas falta uma national effort ação nacional coordenada.
Consegui a minha semana passada. O processo foi rápido e o atendimento, respeitoso. Sentir que o Estado te reconhece? Isso tem um peso enorme. dignity Dignidade não é só palavra de discurso.
CPF como número único faz sentido, mas será que já pensaram na data privacy privacidade dos dados? Centralizar tudo num único número pode ser um risco enorme se houver vazamentos.
Parabéns à equipe da Pefoce. Quando o serviço público para de ser um labirinto e vira algo funcional, a gente nota. Isso aqui é um exemplo de efficiency eficiência bem feita.