PS exige esclarecimentos sobre novo comando de proteção civil e risco de sobreposição de funções
O Partido Socialista colocou o Governo sob pressão esta terça-feira ao apresentar uma questão parlamentar sobre a criação do novo Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), uma estrutura temporária que atuará nas regiões Centro e Lisboa e Vale do Tejo até pelo menos 31 de maio. Os socialistas welcome a inclusão das Forças Armadas no sistema de prevenção de incêndios rurais, mas alertam para o risk de fragmentation do modelo atual de proteção civil.
Na nota enviada ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, o PS sublinha que o Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS) já dispõe de mecanismos de coordenação como os Centros de Coordenação Operacional (CCO), o CCON e os CCOR. Assim, a criação do CIPO levanta dúvidas sobre uma possível overlap de competências e a stability do modelo adotado. O partido exige garantias de que esta nova estrutura não vai weaken a cadeia de comando existente.
José Luís Carneiro, ex-ministro da Administração Interna, reforçou esta posição ao afirmar que, mais do que reports , são necessárias social responses concretas para as populações afetadas pelos estragos do mau tempo em janeiro e fevereiro. Ele defende um permanent de integração das Forças Armadas, em vez de soluções temporárias que possam gerar confusion operacional.
O investigador Xavier Viegas também entrou na discussão, destacando os increased risks de incêndios florestais no próximo verão, o que acentua a urgency de um sistema de coordenação claro e eficaz. Para o PS, o momento exige mais do que anúncios: exige uma decisão coerente que fortaleça, e não comprometa, a public trust nas instituições de emergência.
Estruturas temporárias só criam mais burocracia. Precisamos de um plano long-term a longo prazo para a proteção civil.
Mais uma manobra de comunicação em vez de real change mudança real. O risco de descoordenação é óbvio.
Enquanto não houver accountability prestação de contas clara, cada novo comando vai gerar mais caos.
Carneiro tem razão: as pessoas querem apoio, não technical reports relatórios técnicos.
O crisis crise climática exige coordenação, não sobreposição de funções. Isto é inaceitável.
Alguém já pensou no operational cost custo operacional de manter estruturas paralelas? O dinheiro podia ir para meios operacionais.