Portuguesa Aptoide entra com nova ação contra a Google. Em causa estão distribuição de aplicações e faturação na Google Play
A tecnológica portuguesa Aptoide entrou com uma nova legal action nos Estados Unidos contra a Google, reforçando a pressure sobre as práticas de distribuição e faturação na plataforma Android. A queixa foi apresentada no Tribunal Distrital do Norte da Califórnia e acusa a Google de abuso de posição dominante, usando como base jurídica o recente caso da Epic Games, que expôs as barreiras enfrentadas por lojas independentes.
A Aptoide alega que a Google mantém o controlo total sobre dois mercados-chave: a distribution de aplicações e a faturação in-app . Segundo a empresa, a política anticoncorrencial da Google inclui acordos de exclusividade com fabricantes, auto-preferência nos resultados de pesquisa e deliberate friction na instalação de lojas alternativas. Isso, dizem, limita a competition e prejudica tanto os utilizadores como os programadores.
Paulo Trezentos, fundador e CEO da Aptoide, afirmou ao TEK Notícias que o objetivo é duplo: forçar uma change nas práticas da Google e obter compensation pelos danos acumulados ao longo dos anos. Em 2018, um tribunal em Évora já tinha dado razão à Aptoide, reconhecendo a existência de práticas desleais — embora a empresa ainda não tenha avançado com uma ação civil para exigir damages .
Com mais de 200 milhões de utilizadores e um catálogo de 436 mil aplicações, a Aptoide posiciona-se como uma alternativa real à Google Play, com lower fees e preços mais acessíveis. A loja, criada em 2011 como um projeto universitário, expandiu-se para iOS e lançou recentemente uma app store no Japão. Este novo caso antitruste pode representar um momento crítico para o futuro da open market de aplicações móveis.
Se a Google continuar com esta control controlo total, vamos perder inovação. Lojas como a Aptoide precisam de espaço.
O problema é que os utilizadores comuns nem sabem que existem alternativas ao Google Play. A awareness conscientização é mínima.
Acho que esta move jogada é importante, mas será que vão conseguir uma decisão clara nos EUA?
A Google cobra 30% e ainda impede concorrência. Isso não é fair competition concorrência justa, é monopólio puro.
Interessante como estão a usar o caso da Epic como precedent precedente. Pode abrir portas para outras empresas.
Será que isto vai resultar em real change mudança real ou vai ficar só no papel?