Branding como força estratégica: o novo papel das marcas no mercado atual
No dia 18 de abril, a Sala Tejo no MEO Arena recebe o new event The Branding & Business Summit, um encontro que posiciona o branding não como uma mera camada visual, mas como uma força estratégica essencial para empresas em transformação. À frente dessa visão está Cristina Amaro, CEO e CLO da The Empower Brands House e fundadora da Brands Community, que há anos defende uma abordagem mais humana e orientada para o impacto real das marcas. Num ecossistema em constante mudança, ela afirma que o valor das empresas se constrói tanto no que fazem quanto no que representam.
Em tempos de aceleração tecnológica e cultural, o branding deixou de ser um detalhe secundário. Produtos e serviços tornam-se rapidamente comparable , e é a marca que garante coherence , trust e diferenciação. Hoje, o branding atua como o elo entre propósito, cultura interna, experiência do cliente e criação de valor a longo prazo. Mais do que comunicar, ele orienta decisões — e é exatamente esse strategic role que o Summit quer destacar.
O evento reúne figuras internacionais como Martin Lindstrom e Adrian Clamp, conhecidos por desafiar abordagens tradicionais. Eles trazem perspetivas inovadoras sobre como áreas como neurociência, liderança e comportamento influenciam a construção de marcas fortes. A intenção é provocar reflection , questionar modelos estabelecidos e inspirar líderes a verem a marca não como um custo, mas como uma sustainable advantage .
Com a ascensão da inteligência artificial e da transformação digital, os consumidores tornaram-se mais exigentes. As marcas constroem-se em tempo real, através de múltiplos pontos de contacto e experiências personalizadas. Paradoxalmente, quanto mais digital o mundo se torna, mais valiosa se torna a human dimension . Valores, autenticidade, empatia e propósito são elementos que a tecnologia não consegue replicar — e que hoje definem o verdadeiro brand strength .
Apesar do crescimento de startups inovadoras em Portugal, ainda há um caminho a percorrer. Em muitas empresas tradicionais, o branding continua associado apenas à estética. O grande desafio é demonstrar que marca não é só como se apresenta, mas como pensa, age e cria valor. Como define Cristina Amaro: branding é tudo o que a marca diz, faz e faz sentir. E é esse entire experience que a torna única e preferida pelos consumidores.
O Summit é direcionado a líderes curiosos e conscientes — de CEOs a estudantes, de fundadores a profissionais de marketing e recursos humanos. Acredita-se no valor da diversidade de perspetivas e do diálogo entre gerações. Num mercado global, competir sem uma estratégia de marca sólida é cada vez mais difícil. A marca é o que cria reconhecimento, atrai talento e diferencia. E no futuro, não serão apenas as empresas mais tecnológicas que se destacarão — mas as que souberem usar a tecnologia para amplificar o seu human impact .
Finalmente um evento que trata branding como negócio, não só como design. Isso é uma real shift mudança real na forma como as empresas pensam.
Concordo, mas será que as empresas tradicionais estão prontas para isso? Muitas ainda veem branding como um custo, não como um investimento a longo prazo.
O que mais me preocupa é a autenticidade. Com tanta tecnologia, como garantir que a human touch presença humana não se perde nas marcas?
Martin Lindstrom é uma escolha forte. Ele mostra como pequenos detalhes geram big impact grande impacto — e isso é exatamente o que falta em muitas estratégias aqui.
Será que estamos a subestimar o poder das marcas locais? Uma local connection ligação local pode ser tão poderosa quanto uma identidade global.
O branding como vantagem competitiva faz todo o sentido. Mas será que as PMEs têm recursos para implementar isso de forma strategic estratégica?