Crescimento da energia solar ajudou a abrandar emissões em 2025
Pela primeira vez na história, a growth da energia solar foi o principal motor do aumento da oferta energética mundial em 2025, contribuindo com 25% para a expansão total da eletricidade disponível. Este significant avanço ajudou a abrandar o ritmo das emissões globais relacionadas com a produção de energia para apenas 0,4%, segundo o relatório World Energy Outlook 2026 da Agência Internacional de Energia (AIE). O papel das renewables , especialmente da energia fotovoltaica, foi determinante — e a China destacou-se como um dos principais impulsionadores dessa transition .
Apesar do gás natural continuar a desempenhar um papel importante — respondendo por 17% do aumento energético —, o seu uso em países como Portugal aumentou após o apagão, comprometendo temporariamente as metas de redução de emissões. Já as fontes renováveis e a energia nuclear representaram coletivamente 60% do crescimento da procura de energia em 2025. O relatório destaca ainda a construção de novos reatores nucleares com 12 gigawatts de capacidade, um clear signal de diversificação energética em larga escala.
No setor elétrico, o destaque vai para o armazenamento: as batteries foram a tecnologia que mais cresceu em 2025, com 110 gigawatts de nova capacidade instalada. Paralelamente, os painéis solares geraram mais 600 terawatt-hora, o maior salto anual já registado para qualquer tecnologia de geração. Segundo a AIE, as tecnologias de baixas emissões desde 2019 evitam atualmente um consumo de combustíveis fósseis equivalente à totalidade da procura elétrica da América Latina — uma massive impact ambiental.
Embora a procura global por energia tenha crescido 1,3% — abaixo dos 2% de 2024 —, a eletricidade continua a expandir-se mais rápido que a energia total, a um ritmo de 3%. Fatih Birol, diretor executivo da AIE, sublinha que a electrification das economias é uma tendência inabalável. Ainda mais revelador: um em cada quatro carros novos vendidos em 2025 era elétrico, impulsionado por uma rapid adoption de novas tecnologias e pela queda nos custos de baterias.
Apesar do aumento de 10% no uso de carvão nos Estados Unidos, a procura global por este combustível cresceu apenas 0,4%, longe dos 1,4% de 2024. Na China, houve até uma redução de 0,5% nas emissões, graças à queda na produção de cimento e aço. Contudo, a AIE alerta: a resiliência energética depende agora da diversificação. Países que priorizam a security e a diversification estarão melhor preparados para enfrentar a volatilidade futura.
Impressionante ver como as solar panels placas solares estão a mudar o jogo. Mas será que a rede elétrica em Portugal está pronta para tanta intermittent energia intermitente?
A China reduz emissões enquanto os EUA voltam ao carvão? Isto é hypocrisy hipocrisia climática ou só realismo político?
110 gigawatts em baterias! Isso é huge enorme. A storage capacidade de armazenamento vai ser o verdadeiro motor da transição.
Um em cada quatro carros elétrico soa bem, mas e a infrastructure infraestrutura de carregamento? Em muitos sítios ainda é uma mess bagunça.
O gás subiu depois do apagão em Portugal… óbvio. Sem backup sistema de reserva, qualquer rede é vulnerável. Não é culpa da energia verde.
Será que este abrandamento das emissões é sustentável ou só um pause pausa momentânea antes de outra subida? A trend tendência é encorajadora, mas ainda frágil.