Em lágrimas, madrinha pede abraço a filho de Susana Gravato: foi assim que o jovem reagiu
Em um momento de forte emotional tension , a madrinha do jovem acusado pelo homicídio da vereadora Susana Gravato implorou por um abraço durante a leitura da decisão do tribunal em Aveiro. Com lágrimas no rosto e a voz embargada, ela se aproximou do rapaz, que permaneceu impassível — sem any reaction — mesmo diante de um gesto tão direto de dor e apelo humano.
O Tribunal de Família e Menores determinou a aplicação de uma medida tutelar educativa em regime fechado, com internamento num centro educativo por três anos. A decision pode ser reavaliada a cada seis meses, mas a justiça considerou essencial uma intervenção prolongada devido à ausência total de arrependimento por parte do menor. Segundo a reportagem da jornalista Leonor Lazera Araújo, que acompanhou o caso, o jovem cometeu o crime com clear planning : disparou duas vezes contra a mãe, mesmo após ouvir dela 'Está tudo bem. Tem calma.'
A juíza-presidente destacou que o tribunal deu como provado que o jovem não apenas executou o crime com frieza, mas que continua sem demonstrar a sense da gravidade do ato. 'Mostra até uma frieza muito grande em relação a toda esta situação que planeou', afirmou. A ausência de remorse e a falta de resposta emocional até mesmo ao abraço da madrinha evidenciam, segundo os fundamentos do tribunal, um estado psicológico que exige contenção e tratamento especializado.
O caso, ocorrido em Vagos em outubro de 2025, chocou a comunidade local e reacendeu o debate sobre a responsabilidade juvenil em crimes graves. Apesar da idade do acusado, a public reaction tem sido de perplexidade diante da frieza demonstrada. O relato do segundo disparo, feito enquanto a vítima ainda estava consciente, acentua o caráter trágico e perturbador do episódio. A justiça optou por uma medida que equilibra proteção social e possibilidade de personal change , mas o caminho será longo e incerto.
A madrinha chorando e ele sem mover um músculo... isso não é só frieza, é algo mais profundo. O sistema precisa de olhar para o mental health saúde mental dele com urgência.
Três anos é pouco? É muito? Difícil dizer. Mas a falta de empathy empatia é assustadora. Espero que o centro educativo tenha recursos reais.
Ver essa cena do abraço me partiu o coração. Ela ainda tenta alcançar o menino que claramente já não está lá. Que tragic loss perda trágica para todos.
O pior é saber que ele ouviu a mãe dizer 'tem calma' e atirou de novo. Isso não foi impulso, foi cold decision decisão fria.
O Estado vai gastar com internamento, mas será que vai investir em real rehabilitation reabilitação real? Ou só vai cumprir prazo?
Alguém pensou na dor dos outros familiares? A vereadora era pública, mas também era humana. Esse silêncio do rapaz é um vazio emocional que dói ver.