Márcia Abrahão reforça soberania nacional na corrida por terras raras
Em meio ao crescente global race por rare earth , a ex-reitora da Universidade de Brasília, Márcia Abrahão, fez um alerta claro: o Brasil não pode continuar apenas exportando matéria-prima enquanto perde o strategic control sobre seus próprios recursos. Durante o episódio #272 do Podcast do Correio, ela destacou que áreas hoje cobiçadas já eram objeto de estudo científico no país décadas atrás — movidas pela scientific curiosity , não pelo lucro imediato.
Esses elementos químicos são essenciais para clean energy , baterias e equipamentos eletrônicos, o que explica o growing interest de potências estrangeiras. Regiões como o norte de Goiás, a Amazônia e partes do Ceará e Minas Gerais abrigam important reserves . Mas, como enfatizou Abrahão, ter o recurso não garante o economic development — especialmente quando falta industrial capacity para beneficiamento interno.
O debate, no entanto, vai além da economia. A national sovereignty está em jogo. A legislação já afirma que o subsolo pertence à União, mas a real challenge está em implementar políticas que evitem a predatory exploitation . "O Brasil precisa assegurar que essa riqueza seja processada aqui, com technological development e responsabilidade ambiental", afirmou. Sem isso, há risco de repetir o ciclo de dependência e subdesenvolvimento.
Outro pilar central foi o papel da ciência. Pesquisas sem aplicação imediata, como o estudo de rochas há décadas, hoje revelam strategic value inegável. No entanto, o funding model das universidades federais permanece instável. "Não podemos depender de negociações anuais. É preciso stability para planejar", disse Abrahão, reforçando a necessidade de um regime permanente que proteja a scientific planning de oscilações políticas.
O episódio também tocou em desafios estruturais da public education , como falta de infraestrutura e desvalorização docente, e apontou para a necessidade de políticas integradas — incluindo saúde, transporte e creches. Na esfera política, os riscos da disinformation e o uso de inteligência artificial nas eleições foram vistos como ameaças reais. "Ainda não estamos preparados", reconheceu. A mensagem final é clara: enfrentar essas questões interligadas exige long-term planning , investimento em ciência e institutional strength .
O real cost custo real de não processar nossas terras raras aqui é gigante. Estamos regalando o futuro.
Fazem décadas que sabemos da importância desses recursos e ainda dependemos de annual negotiations negociações anuais para financiar pesquisa? É um absurdo.
A environmental responsibility responsabilidade ambiental precisa ser prioridade. Exploração sem cuidado vira dívida ecológica.
Enquanto o debate gira em torno de eleições e escândalos, o país perde a strategic edge vantagem estratégica no campo tecnológico.
A ciência básica não é gasto, é future investment investimento no futuro. Quem não entende isso está atrasado.
Como garantir sovereignty soberania se não temos indústrias próprias para processar esses minerais? Isso é conversa vazia sem ação.