Montenegro defende fim do visto prévio para libertar decisões autárquicas
O primeiro-ministro a decision de isentar contratos públicos até 10 milhões de euros do visto prévio do Tribunal de Contas está a gerar uma onda de debate sobre o equilíbrio entre a pressure pela agilidade e o risco de perda de controlo. Luís Montenegro defendeu que as novas regras vão acabar com um clima de medo que paralisa autarcas e dirigentes da administração pública, numa reforma que considera essencial para a change cultural profunda no Estado.
Durante o encerramento das jornadas distritais do PSD e CDS-PP, Montenegro afirmou que o povo não elege representantes para empatar, mas para decide com seriedade, rapidez e responsabilidade. Ele destacou que o excesso de regras, procedimentos e papelada não só limits a eficiência como cria terreno fértil para a corrupção e para a fuga de investimento, enfatizando que o Governo quer valorizar public trust no decisor.
O plano faz parte de uma reforma do Estado descrita como ambitious e desafiante, com o objetivo de simplificar processos, acelerar decisões e melhorar a competitividade do país. Montenegro apelou aos partidos na Assembleia da República para que se juntem a este impulso, defendendo que a nova mentalidade deve ultrapassar governos e ciclos políticos, criando um legado para as próximas décadas.
No entanto, a presidente do Tribunal de Contas emitiu um alerta claro: a eliminação do visto prévio traz a risk real para as finanças públicas e pode weaken a credibilidade do Estado. Para ela, a medida é um invitation ao relaxamento na gestão, o que levanta dúvidas sobre o custo real dessa new approach em termos de transparência e fiscalização.
A ideia de speed rapidez é boa, mas e se as falcatruas passarem mais fácil?
Claro que queremos decisões mais agile ágeis, mas o Tribunal de Contas existe para proteger o dinheiro público, não para atrapalhar.
Montenegro fala de trust confiança, mas onde estão as garantias de responsabilização?
Está na hora de cortar burocracia, sim, mas não às custas da transparency transparência.
Autarcas com medo de decidir? Isso é só desculpa. O problema é a lack falta de competência.
E se o cost custo da ousadia for o aumento da corrupção?