Van Aert vence Paris-Roubaix 2026 em duelo épico com Pogacar no velódromo
Wout Van Aert venceu a Paris-Roubaix 2026 após um duelo de tirar o breath com Tadej Pogacar no Velódromo de Roubaix, conquistando pela primeira vez o cobiçado paralelepípedo. A vitória, selada em um sprint final, coroa uma trajetória de persistência para o belga, que já havia subido ao pódio em 2022 e 2023. Com 258,3 km percorridos em pouco mais de cinco horas, a edição de número 123 da clássica francesa confirmou seu apelido: o Inferno do Norte.
A corrida começou sob ritmo controlado, com o pelotão mantido unido pelas equipes dos favoritos, especialmente a UAE Team Emirates-XRG, que gerenciou o pace nos primeiros 90 km. Apesar de fugas fracassadas, o verdadeiro drama se instalou com os problemas mecânicos. Van Aert e Mads Pedersen sofreram furos ainda cedo, mas o momento de maior virada veio com Pogacar, que perdeu cerca de um minuto ao trocar de bicicleta a mais de 120 km da linha de chegada. Com ajuda de companheiros, conseguiu retornar ao grupo principal — um key crucial para sua posterior disputa com Van Aert.
O setor da Floresta de Arenberg, tradicionalmente decisivo, cumpriu seu papel. Mathieu van der Poel, um dos grandes favoritos, enfrentou múltiplas falhas mecânicas e ficou para trás com mais de dois minutos de atraso, eliminando suas chances de pódio. A partir dali, um grupo seleto se formou, com Van Aert, Pogacar, Ganna e Stuyven na ponta. Mas os contratempos não terminaram: ambos, belga e esloveno, sofreram um segundo furo, mas conseguiram retornar à frente. A verdadeira breakaway aconteceu a 53 km da meta, quando Van Aert e Pogacar atacaram juntos, isolando-se do pelotão.
Van der Poel liderou a perseguição com coragem, reduzindo a diferença para 25 segundos, mas não conseguiu manter o esforço até o fim. No Carrefour de l’Arbre, Pogacar acelerou repetidamente tentando quebrar a resistência de Van Aert, mas o belga manteve-se firme. A entrada no velódromo foi tensa: os dois chegaram lado a lado, mas Van Aert mostrou maior power no sprint final. Lançando seu ataque a 200 metros, venceu com autoridade, enquanto Stuyven surpreendeu ao garantir o terceiro lugar com um ataque a 3 km do fim.
Esta vitória representa uma major na carreira de Van Aert, que enfrentou anos de quase vitórias em Monumentos. A Paris-Roubaix, conhecida por sua imprevisibilidade e crueldade, mais uma vez entregou um roteiro de superação, quedas, máquinas falhando e um final digno de cinema. Para os fãs, foi uma prova de que, mesmo diante do caos, a determination pode levar ao topo do pódio.
Incrível como os problemas mecânicos definem essa corrida. Um detalhe técnico vira game changer mudança total no resultado.
Van Aert mereceu cada centímetro. A forma como ele segurou os ataques do Pogacar no final foi pura mental strength força mental.
Pogacar trocando de bike a 120km do fim e ainda chegando em segundo? Isso mostra o level nível desse cara.
O Van der Poel tentou, mas a sorte não estava com ele. O cost custo de um pneu furado aqui é gigantesco.
Adoro ver uma clássica com tanto drama. Cada setor de paralelepípedo traz uma nova twist reviravolta.
Quem apostava em um sprint limpo não viu o caos vindo. risk O risco de furo é parte do plano — ou da derrota.