Brasil e Portugal anunciam plano conjunto para impulsionar turismo e integração econômica
Durante a 14ª Cimeira Luso-Brasileira, no Palácio do Planalto, Brasil e Portugal assinaram um new plan para impulsionar o turismo entre os dois países. O agreement , chamado Plano de Ação 2025-2027, estabelece diretrizes claras para aumentar o intercâmbio turístico, reforçar a conectividade aérea e promover o desenvolvimento sustentável do setor — um movimento estratégico com impacto direto na economia e nas relações internacionais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro português Luís Montenegro lideraram a cerimônia, ao lado do ministro da Economia de Portugal, Pedro Reis, e do presidente da Embratur, Marcelo Freixo. Ambos destacaram que o turismo é mais do que um setor econômico: é um vetor de cultural exchange e cooperação. O encontro atualiza um memorando firmado em 2023 em Portugal, mostrando uma trajetória de growing cooperation desde então.
Os números reforçam a importância dessa parceria. O Brasil é hoje o destino de longa distância mais escolhido por turistas portugueses, superando até mesmo o Caribe. Entre 2023 e 2024, as chegadas de portugueses ao Brasil cresceram rapidly , com um aumento de 19,67% — saltando de 182.463 para 218.354 visitantes. Em 2019, antes da pandemia, o total foi de 176.229, o que mostra uma recuperação sólida e um positive trend .
A malha aérea também reflete essa aproximação. Em 2024, foram 11.823 voos entre os dois países, com 3,31 milhões de assentos disponíveis em 14 rotas operadas pelas companhias TAP, Azul e Latam. As conexões ligam cidades portuguesas a grandes centros brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília. Esse nível de conectividade é um key factor para manter o fluxo turístico em alta e atrair ainda mais visitantes.
Além da infraestrutura, o plano traz inovação. Há compromisso com o uso de tecnologia digital, data sharing e inteligência artificial para entender melhor o comportamento dos turistas. Também estão previstas ações conjuntas em turismo responsável, valorização de patrimônio histórico e troca de experiências gastronômicas. O objetivo é criar produtos turísticos únicos que reforcem a herança comum e gerem economic impact sustentável.
Acho ótimo esse cooperation cooperação, mas será que as pequenas empresas locais vão realmente se beneficiar, ou só as grandes companhias aéreas?
Portugal investiu pesado em tourism strategy estratégia de turismo nos últimos anos. O Brasil precisa copiar esse modelo com mais urgência.
Finalmente um passo real. O cultural connection conexão cultural entre os países merecia mais atenção há muito tempo.
E o preço das passagens? A airfare cost custo das passagens aéreas ainda é um grande obstáculo para muitos viajantes comuns.
Boas intenções, mas sem clear funding financiamento claro, muitas dessas iniciativas vão morrer na promessa.
Inovação é bem-vinda, mas espero que não vire só jargão. Que o digital transformation transformação digital realmente chegue aos destinos menores também.