Do fundo do oceano à Lua, os relógios querem estar em todo o lado (com vídeo)
Na feira Watches and Wonders, onde o luxo encontra a precisão, as marcas competem não só com new design , mas com visões de futuro. Enquanto algumas, como Tudor e Tag Heuer, revisitam ícones do passado, outras miram o horizonte distante — literalmente. A Bremont, uma marca britânica de raiz informal mas de ambição espacial, roubou as atenções com um anúncio ousado: o seu latest model , o Supernova Chronograph, viajará até à Lua.
O relógio fará parte da Missão Griffin One, da Astrobotic, integrado no rover FLIP, que tem como missão recolher dados cruciais sobre o pó lunar e as condições na superfície. A informação será vital para o future development de plataformas lunares. O Bremont não será usado como cronógrafo funcional, mas como um símbolo de engenharia robusta — testado contra variações extremas de temperature , pressão e vibração — e como uma poderosa ferramenta de brand strategy .
Fundada em 2002 por dois irmãos pilotos após um acidente aéreo, a Bremont sempre ligou o seu core identity ao ar, à água e à terra. Agora, sob a liderança do CEO Davide Cerrato e com investimento americano significativo, a empresa expande esse lema para o espaço. O gesto de trazer uma réplica do rover a Genebra foi mais do que uma demonstração técnica: foi uma afirmação de market ambition .
O movimento não passa despercebido. Ao associar-se a uma missão espacial real, a Bremont eleva o seu valor percetual, alcançando consumidores que valorizam inovação com propósito. Num setor saturado de herança e tradição, apostar no future exploration é um risco calculado — mas também uma oportunidade de criar global impact . Se o relógio chegar à Lua, mesmo estático, a marca já ganhou: estará num território onde poucos ousaram pisar.
Enviar um relógio assim é impressionante, mas será que o real cost custo real dessa operação compensa em termos de retorno?
Enquanto outras marcas falam de tradição, a Bremont investe em algo tangível: future proof prova de futuro. Isso gera uma confiança diferente.
Acho fascinante, mas também um pouco de marketing stunt esperteza de marketing. O essencial é se isso melhora o produto no dia a dia.
Se o relógio aguentar o ambiente lunar, então a daily wear utilização diária será uma brincadeira. Isso é um argumento de venda forte.
O Reino Unido na Lua com um relógio? Depois do Brexit, esta é a melhor notícia que ouvi em anos. national pride Orgulho nacional com engenharia séria.
Será que daqui a anos vamos ver leilões de ‘relógios lunares’? O collectible value valor colecionável disso seria astronômico.