Ciência ao Leme: A Nova Fundação que Quer Salvar o Atlântico
Num país onde o mar não é apenas geografia, mas memória, identidade e futuro, uma nova força entra em cena com um propósito ousado: science a serviço da ocean azul. A Fundação BNP Paribas Portugal, criada em novembro de 2025, posiciona-se como uma bridge entre o conhecimento e a ação, com um investment inicial de 1,5 milhões de euros dedicado à research sobre os oceanos. O Atlântico, esse gigante que banha a costa portuguesa, torna-se o laboratório natural desta missão, onde a conservação e a regeneração dos ecossistemas marinhos não são sonhos distantes, mas prioridades estratégicas. E a ciência? É o farol. Para Luciana Peres, presidente da fundação, o apoio à scientific é absolutamente indispensável.
Os projetos já em marcha mostram que esta não é uma ambição abstrata. O project OCEANPATH, liderado por Nuno Queiroz, usa tecnologia de mapeamento 3D para seguir os movimentos de tubarões e baleias, enquanto o SHOW-IT, de Ana Veríssimo, estuda as condições de desenvolvimento do tubarão-pata-roxa. Os dados gerados não ficam trancados em laboratory : servem para desenhar áreas marinhas protegidas e rotas seguras, moldando uma blue sustentável. Tudo isto com base em provas concretas, não em suposições. A fundação sabe que oceanos doentes não sustentam economias — e que sem ecossistemas funcionais, o futuro é incerto.
Mas a ciência sozinha não basta. A fundação aposta num modelo de partnership de longo prazo, onde o dinheiro é apenas o começo. Com mais de 9.700 colaboradores do grupo em Portugal — muitos com formações técnicas e científicas —, o volunteering de competências é uma alavanca real. A ideia é clara: fortalecer ONGs, universidades e outras organizações com capacitação, visibilidade e apoio operacional. A mudança sistémica não nasce de isolated , mas de collaborative , como reforça Luciana Peres. 'Acreditamos no poder das coligações', diz, lembrando que o impacto mensurável é a bússola.
A abordagem vai além do ambiente. A fundação também atua nas áreas social e cultural, promovendo inclusão através da employment e do emprego, e democratizando o acesso à culture para grupos sub-representados. O financiamento será avaliado com rigor, usando uma metodologia inspirada no Impact Management Project, que separa o apoio estrutural do impacto direto nos beneficiários. E embora o foco esteja em Portugal, a ligação com a fundação-mãe global abre portas a mais recursos — como mostrou a captação de 1,5 milhões de euros entre 163 propostas mundiais. O mar é vasto, mas a rota está traçada.
Finalmente uma fundação que entende que biodiversidade não é só um termo da moda, mas a base de tudo.
Será que este tipo de projeto consegue escalar de verdade, ou vai ficar apenas em bons exemplos locais?
Adoro que estejam a usar technology tecnologia para proteger espécies ameaçadas. O futuro é assim.
E que tal envolver mais comunidades costeiras diretamente nos projetos? Elas são quem vive o mar todos os dias.
Acho bom haver medição rigorosa do impacto. Muitos falam, poucos avaliam de verdade.
1,5 milhões é um bom início, mas será suficiente para gerar mudança real a nível nacional?
O voluntariado de competências é uma ideia genial — skills habilidades como recurso, não só dinheiro.