Restaurantes e hotéis veem sistema de depósito das garrafas como novo encargo
O system de depósito de garrafas, batizado de "volta", entrou em vigor no início de abril e já está a gerar tension entre os operadores do setor de restauração e hotelaria. A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares (AHRESP) considera que a nova medida representa mais um cost para um setor ainda em recuperação, com impacto direto nos business que mal conseguem equilibrar as finances pós-pandemia.
Ana Jacinto, presidente da AHRESP, destaca que o timing de implementação é particularmente desfavorável. Em entrevista ao "Negócios", ela argumenta que o policy foi lançado em plena alta temporada, quando a pressure operacional já é elevada. Além disso, o regulamento deixa uncertainty sobre a aplicação em contextos como praças de alimentação e concertos, onde a logistics de recolha e armazenamento se torna complexa.
Um dos principais concerns levantados é a falta de espaço para armazenar as garrafas devolvidas. Os establishments não têm capacidade para acumular resíduos, o que pode colocar em risco a food safety . Ana Jacinto alerta que a acumulação de plástico nos armazéns não é apenas um problema de higiene, mas também de conformidade com normas sanitárias já apertadas.
Outra questão crítica é a possibilidade de os consumidores devolverem garrafas em locais onde não as compraram. Embora o regulamento esclareça que os restaurantes só precisam aceitar embalagens vendidas no próprio premises , a falta de um talão de controlo dificulta a fiscalização. A AHRESP pede a obrigatoriedade desse document para evitar abuse e distorções de competition .
Apesar das críticas, o sistema "volta" mantém seu objetivo ambiental: incentivar a recycling através de um financial incentive de 10 cêntimos por embalagem. Até 9 de agosto, o programa está em fase de implementação gradual, com máquinas ainda escassas. Enquanto isso, o setor aguarda clarification da Autoridade Tributária e uma solution que equilibre sustentabilidade e viabilidade economic .
É mais um cost custo para quem já trabalha com margens mínimas. Onde é que vão arranjar espaço para guardar essas garrafas?
Se o goal objetivo é reciclar, por que não colocar as máquinas 'volta' nos supermercados e não nos restaurantes?
Já imaginaram a mess confusão em eventos? Pessoas a devolver garrafas de outros sítios, falta de controle… vai ser um caos.
A idea ideia é boa, mas a execução está a falhar. Tinham de testar antes num modelo piloto.
E se um cliente devolver uma garrafa suja ou danificada? Quem assume a risk responsabilidade?
O government governo lança mais uma regra sem perceber como os restaurantes funcionam no dia a dia.
Até 9 de agosto é fase de adaptação, mas já vi estabelecimentos a recusar garrafas por falta de clarity clareza no regulamento.
E se o consumer consumidor perder o talão? Vamos criar mais burocracia por causa de 10 cêntimos?