Trump disponível para prolongar cessar-fogo. Admite ir a Islamabad para selar acordo

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou em aberto a possibilidade de a change no atual cessar-fogo com o Irão, afirmando que está disposto a prolong o acordo se as negociações estiverem perto de um desfecho. Em declarações à imprensa, Trump indicou que o prazo atual, que termina em 22 de abril, pode ser estendido para permitir mais progressos, especialmente após alegações de que Teerão concordou em entregar seu urânio enriquecido — uma key demand de Washington.

A diplomatic pressure intensifica-se enquanto os EUA mantêm um bloqueio aos navios com destino ou origem nos portos iranianos, operação coordenada pelo Centcom no mar Arábico. O porta-aviões USS Abraham Lincoln está no local, com apoio de 12 navios e cerca de 100 aeronaves. Segundo o secretário da Defesa, Pete Hegseth, a medida é uma response direta ao fracasso inicial das negociações e busca forçar o Irão a aceitar um pacto de paz. Forças militares impediram já 14 embarcações de prosseguirem rumo a portos iranianos nas últimas 72 horas.

O Paquistão surge como mediador crucial, com Trump elogiando o papel do primeiro-ministro Shehbaz Sharif e do general Assim Munir. O Presidente norte-americano até admitiu que poderia viajar a Islamabad para a signing do acordo, caso este seja finalizado. No entanto, o otimismo é cautious : o embaixador iraniano na ONU, Amir-Saeid Iravani, afirmou que o Irão está disposto a avançar, mas apenas se os EUA adotarem uma constructive approach e respeitarem o direito internacional.

Enquanto isso, os impactos globais se acumulam. Líderes do Golfo alertam para uma possível food crisis se o estreito de Ormuz permanecer fechado, e os preços da energia continuam a subir. Companhias aéreas como a Lufthansa e a EasyJet enfrentam higher costs devido ao aumento do querosene, levando à suspensão de rotas e prejuízos milionários. A Amnistia Internacional, por sua vez, pressiona Portugal para recusar o uso da base das Lajes em operações contra o Irão, alegando riscos de violações do direito internacional.

O global tension permanece volátil. Enquanto Israel e o Líbano selaram um cessar-fogo de 10 dias após 34 anos sem diálogo direto, o Irão ameaça fechar o mar Vermelho e afundar navios norte-americanos. Os EUA, por sua vez, conversam com fabricantes como a General Motors para aumentar a produção de armamento. A cada dia, a risk de escalada se entrelaça com a hope de uma solução diplomática — e o mundo observa, sob economic pressure e political uncertainty .

Reações 6

  • A
    AnaPrado

    Se o preço do combustível continuar a subir assim, nem vamos conseguir viajar no verão. Já pensaram nos airfare costs ?

  • C
    CarlosMota

    Trump diz que quer paz, mas manda milhares de soldados para o golfo. Isso não é diplomacy , é military threat com outro nome.

  • F
    FátimaS

    O Paquistão a mediar? Interessante. Mas será que confiam mesmo no political trust deles ou é só conveniência?

  • J
    Jorge_Lisboa

    Lufthansa fecha uma filial, EasyJet no vermelho… esta guerra está a custar caro aos civis. Impacto económico real já está aí.

  • T
    Tono

    Se o Irão fechar o mar Vermelho, o desastre é global. Será que a international response vai ser rápida o suficiente?

  • L
    LiaNunes

    E o Papa? Trump disse que não se importa se ofende os católicos. Será que religious tension vai entrar nisso também?

O texto é baseado em fatos e reelaborado com fins de aprendizagem de inglês; as reações dos leitores são exemplos de diferentes perspectivas.

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