Orbital quer criar datacenters em órbita e primeiro satélite é lançado em 2027

A Orbital está a preparar-se para lançar o primeiro satélite de uma nova era de computação espacial: o Orbital-1, com lançamento previsto para 2027. O objetivo não é apenas simbólico — este pequeno passo é um teste crítico para a pressure , o risk e a viabilidade de operar GPUs avançadas em órbita. O satélite, que será lançado a bordo de um Falcon 9 da SpaceX, carregará o módulo NVIDIA Space-1 Vera Rubin, uma unidade projetada especificamente para centros de dados no espaço, com 25 vezes mais poder computacional que a geração anterior.

Euwyn Poon, fundador e CEO da Orbital, argumenta que a próxima fronteira da Inteligência Artificial não está nos chips, mas na a energy para alimentá-los. Na Terra, datacenters enfrentam limites físicos, licenças atrasadas e resistência comunitária. No espaço, a energia solar é abundante, o arrefecimento é natural e não há consumo de água. "A computação orbital é o caminho mais eficiente e amigo do ambiente", diz Poon, destacando que os custos fixos estão concentrados no lançamento e no hardware — sem contas mensais de energy ou rede.

A Orbital não está sozinha nesta corrida. Poon menciona a xAI, da SpaceX, e novas empresas de computação orbital como potenciais competitors . Mas ele acredita que grandes fornecedores de nuvem, como AWS, Google e Microsoft, terão dificuldade em acompanhar. "Projetar satélites está muito para além da área de atuação deles", afirma. A Orbital já garantiu financiamento da a16z speedrun e planeja abrir o centro de P&D Factory-1 em Los Angeles, onde desenvolverá soluções para desafios como radiação, gestão térmica e reliability de comunicação.

Um dos maiores obstáculos técnicos é o ambiente hostil do espaço: sem ventoinhas, o arrefecimento depende de ciclos de fluido e painéis radiadores. A manutenção em órbita é impraticável, então a empresa aposta em testes rigorosos na Terra, redundância de sistemas e um modelo de reposição contínua. Cada satélite terá uma vida útil de cerca de cinco anos — um ciclo alinhado com o lifespan dos próprios GPUs. "Substituímos antes que falhem", explica Poon.

Apesar do entusiasmo, há questões em aberto. O espectro de rádio em órbita baixa está cada vez mais saturado, e a FCC ainda não aprovou a constelação completa. Mas o lançamento do Orbital-1 será um key test para saber se a computação espacial pode sair do papel. Se funcionar, poderá representar uma major change na forma como processamos dados de IA — escalando sem limites de terreno, rede ou comunidade.

Reações 6

  • T
    TecnoVista

    O custo do lançamento ainda é alto, mas se o price por quilo cair como previsto, faz sentido apostar nisso a longo prazo.

  • M
    MarinaR

    E se um satélite falhar antes do tempo? Reposição constante soa cara e pouco sustentável no long term .

  • N
    NiloP

    A ideia de usar energia solar ilimitada e arrefecimento natural é brilhante. Isso muda completamente o cálculo de efficiency .

  • Z
    ZéDaRede

    AWS e Google não vão ficar parados. Se o modelo vingar, eles entram com força. A trust no pioneiro vai contar muito.

  • C
    CidaM

    Latência ainda me preocupa. Mesmo com cargas distribuídas, comunicação via órbita baixa tem seu limit .

  • F
    FábioEng

    O maior desafio não é técnico, é regulatório. Sem espectro aprovado pela FCC, todo o plano pode collapse .

O texto é baseado em fatos e reelaborado com fins de aprendizagem de inglês; as reações dos leitores são exemplos de diferentes perspectivas.

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