Turista britânico paga cerca de 1.700 euros por um kebab na praia do Rio de Janeiro após fraude
Um turista britânico acabou por pagar cerca de 1.700 euros por um kebab de apenas 2 euros na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, após cair numa fraud envolvendo um terminal de pagamento adulterado. O caso, que rapidamente ganhou notoriedade internacional, evidencia o risk crescente enfrentado por visitantes estrangeiros em pontos turísticos movimentados da cidade.
De acordo com as autoridades, o vendedor detido fez parte de um esquema organizado que explora a public trust e a barreira linguística dos turistas. Com a ajuda de um cúmplice, o suspeito manipulou o valor da transação no momento do pagamento, cobrando centenas de vezes o preço real sem que a vítima percebesse. Este tipo de scam tem-se tornado mais comum nos últimos meses, especialmente em áreas como Copacabana e Arpoador.
Outros turistas já foram alvo de táticas semelhantes: em março, dois argentinos quase pagaram 7 mil reais (cerca de 1.200 euros) por dois copos de açaí, e em janeiro uma compatriota deles desembolsou 20.000 reais (3.400 euros) por uma simples espiga de milho com margarina. Uma das vítimas relatou ao jornal Globo que, devido à dificuldade com a língua, confiou na assistance do vendedor para inserir o valor no app de pagamento — um gesto que resultou em um prejuízo severo.
Patrícia Alemany, chefe da polícia turística do Rio (Deat), admitiu que a falta de supervision cria um ambiente propício a esses crimes. As autoridades afirmam que estão intensificando as operações de fiscalização e monitoramento, mas o aumento desses incidentes coloca em xeque a reputation do destino como seguro para viajantes. Para muitos, a pressure para agir rapidamente antes da alta temporada de verão no Hemisfério Sul nunca foi tão grande.
Isso acontece porque falta supervision fiscalização real nessas praias. Ambulantes irregulares com máquinas adulteradas deveriam ser fiscalizados diariamente.
Um turista britânico pagar isso? É o price preço de não entender a moeda local. Mas não justifica a fraud fraude descarada.
A reputation reputação do Rio já está manchada. Como atrair gente com histórias dessas circulando no exterior?
O pior é que eles usam a public trust confiança pública das pessoas. Turista confia, ajuda é oferecida, e vira golpe. Muito bem planejado.
E se fosse um turista brasileiro no exterior pagando 3 mil dólares por um sanduíche? A embaixada já teria intervention intervenção imediata.
A pressure pressão sobre as autoridades vai aumentar. O verão está chegando, e o risco de novos casos é alto.