Neurocirurgiã que já avaliou 100 mil casos faz alerta direto: 'Evite o celular à noite'

Você já acordou se sentindo como se sua energy não tivesse recarregado, mesmo após uma noite inteira de sono? Essa sensação de fadiga mental profunda se tornou comum entre adultos entre 30 e 50 anos, mas não é apenas falta de descanso — pode ser um sinal de a risk silencioso ligado a hábitos modernos. Segundo a neurocirurgiã Ayumi Okumura, que já avaliou cerca de 100 mil casos na Clínica da Memória Okumura, um dos principais vilões é o uso do celular à noite, especialmente na cama.

O acesso constante a telas estimula o cérebro em momentos em que ele deveria estar desacelerando. A luz intensa dos aparelhos interfere diretamente na produção de melatonin , o hormônio essencial para um sono profundo e restaurador. Isso cria um ciclo vicioso: quanto mais você usa o celular antes de dormir, mais sua sleep quality piora, e mais o corpo e a mente sofrem no dia seguinte. O resultado é uma chronic fatigue que vai além do cansaço físico.

Além disso, o cérebro humano não é feito para multitarefa. Tentar resolver várias coisas ao mesmo tempo sobrecarrega as funções cognitivas e acelera o desgaste mental. Para Okumura, os smartphones, quando usados sem um objetivo claro, transformam a mente em um 'lixão' de informações. Cada notificação, vídeo curto ou rolagem sem propósito exige esforço de processamento, drenando mental resources que seriam cruciais para foco e produtividade no trabalho.

A especialista alerta que a chamada 'dívida de sono' não é recuperada nos fins de semana. Mesmo pequenas privações diárias têm long-term consequences para a saúde mental e cognitiva. Ainda que pareça inofensivo, levar o celular para a cama é um erro que compromete diretamente o ciclo biológico natural. A solução? Trocar a tela por hábitos mais leves, como leitura ou contato com a natureza, e estabelecer um ritual noturno sem dispositivos.

O recado é claro: proteger o cérebro começa com pequenas escolhas. Evitar o celular à noite, reduzir o uso passivo de tecnologia e priorizar o descanso são ações simples, mas com high impact . Como até atletas de elite, como Shohei Ohtani, dependem do sono para manter o desempenho, o restante de nós precisa encarar o repouso como uma priority — não um luxo.

Comentários 6

  • F
    FernandaM

    Nunca parei pra pensar que rolar a tela antes de dormir poderia estar me deixando tão cansada. Vou tentar tirar o celular do quarto e ver se melhora minha mood de manhã.

  • R
    Ricardo_L

    Essa coisa de multitarefa é mito mesmo. Quanto mais tento fazer várias coisas, menos consigo focar em qualquer uma. O celular só piora tudo com essas notificações constant .

  • T
    TiaSueli

    Na minha época não tinha celular e a gente dormia cedo. Hoje os jovens ficam até de madrugada com o aparelho na cara. Não é surpresa que tantos tenham anxiety e insônia.

  • P
    Paulo_C

    Interessante como um hábito tão comum pode ter tanto negative impact . Mas será que a radiação do celular também influencia, ou é só a luz da tela?

  • J
    JuliaN

    Já desisti de levar o celular pra cama. Coloco no modo avião e leio um livro. A diferença na sleep foi real. Vale o esforço.

  • M
    MarcosV

    Cobrança no trabalho + celular no banheiro + tela antes de dormir = receita pra esgotamento. A gente precisa repensar esses microcomportamentos que roubam a focus e a saúde.