Miguel Oliveira revela dificuldades no início com a BMW: ‘Nunca pensei que fosse andar nesta moto’
A estreia ousada de Miguel Oliveira no Mundial de Superbike está a transformar dúvidas em determinação. O português, ex-astro do MotoGP, entrou no paddock do Superbike com a BMW e já levanta expectativas, especialmente na ronda de Portimão, sua terra natal. Com os holofotes sobre ele, Oliveira quer provar que é um concorrente de peso neste novo capítulo. a pressure é alta, mas ele encara com confidence e um novo desafio nas mãos.
Na transição entre categorias, Oliveira admitiu que não imaginava enfrentar tantas dificuldades iniciais. "Nunca pensei que fosse andar nesta moto", revelou, lembrando o pânico ao pilotar a BMW M 1000 RR pela primeira vez em Jerez. A moto exigia uma abordagem diferente: mais agressiva nas travagens e acelerações. "Estamos a falar de uma moto muito diferente", explicou. No MotoGP, a precision e o controle eletrônico dominam; no Superbike, a aggression e a tomada de quick decisions são essenciais. "Estou a divertir-me muito", disse, destacando como a moto permite batalhas diretas e recuperações.
Apesar do início difícil, Oliveira encontrou o seu ritmo. Em Phillip Island, terminou em sétimo e oitavo, resultados que, embora não reflitam seu potencial máximo, mostram progresso. Falou sobre a missed opportunity na qualificação, mas manteve o foco no trabalho contínuo. A adaptação à gestão de pneus foi um dos maiores desafios, mas horas na pista trouxeram a change de perspetiva. "Preparamos aqui durante o teste de dois dias, por isso agora precisamos de ir para a pista e trabalhar com o que temos", afirmou, mostrando resilience diante da a setback .
O ambiente do Superbike também surpreendeu o piloto. "É definitivamente um ambiente mais familiar, mas altamente competitivo e profissional", comentou. Embora tenha encontrado camaradagem no MotoGP, viu nesta mudança uma evolução mais técnica do que social. A adaptação de outros pilotos, como Toprak Razgatlıoğlu na Yamaha, também foi observada por Oliveira. "Esperava que a Yamaha enfrentasse dificuldades porque é um projeto novo, a começar do zero", explicou, reconhecendo o long-term investment por trás da mudança. Para ele, o talento de Toprak é evidente — basta encontrar as condições certas.
Portimão é um palco carregado de emoção para Oliveira. Recorda com orgulho a vitória com a KTM, um feito ainda mais valioso num contexto marcado pela pandemia. "Foi um momento único", refletiu. As lesões ao longo da carreira só reforçam a sua mentalidade: "Faz parte do jogo. Se começares a queixar-te, é melhor ficares em casa em vez de perseguires o teu sonho". Agora, com a BMW, ele busca construir um novo legado. "Estamos a trocar ideias constantemente", disse sobre o trabalho com a equipe, destacando que, embora sigam uma different setup , os resultados já mostram potential real. A jornada de incerteza para confiança está apenas a começar.
Primeiro pânico, depois adaptação. É exatamente assim que a learning curve curva de aprendizagem funciona com motos destas.
Ele fala com tanta honesty honestidade que dá para sentir o peso da a transition transição.
A aggression agressividade no Superbike é outro nível. No MotoGP, é tudo mais calculado.
Ver ele em Portimão vai ser emocionante. A home advantage vantagem de correr em casa pode fazer a diferença.
A Yamaha está a passar pelo mesmo. Projetos novos sempre têm início difícil.
Ele diz que está a divertir-se — isso é o mais importante. Quando há joy alegria, o desempenho vem.