O relógio do El Niño acelerou: por que o próximo pode ser histórico
temperature acima do normal no Pacífico Equatorial soa o alarme: um novo El Niño pode estar a caminho em 2026. Pela primeira vez neste ano, a região central do oceano registrou um aumento de 0,5ºC — o limiar que indica o início do fenômeno. Embora ainda não seja oficial, pois são necessários seis meses consecutivos com esse warming , a ciência já observa mudanças na circulação atmosférica. A agência norte-americana Noaa aponta 61% de chance de o evento se consolidar no inverno e persistir até o verão, com 25% de probabilidade de ser um super El Niño — força rara e preocupante.
Historicamente, apenas cinco episódios ultrapassaram 2°C acima da média desde 1950 — o que classifica um evento como 'muito forte'. O intervalo entre esses episodes vem diminuindo: antes eram mais de 10 anos; agora, menos de cinco, se o próximo se confirmar nesse patamar. 'Há uma confiança relativamente alta na formação do El Niño', diz o meteorologista Caio Guerra, da Defesa Civil de Santa Catarina. 'Mas a intensity é incerta porque ainda estamos a meses do seu pleno development . Esse tempo de antecipação aumenta a incerteza.'
O El Niño funciona como um efeito dominó: com os ventos alísios fracos, a água quente do Pacífico se desloca para leste, liberando mais heat na atmosfera e alterando padrões de rainfall . Na região Sul do Brasil, isso traz primaveras e verões mais chuvosos. 'A partir de agosto, aumenta o potencial para severe severas', alerta Guerra. 'Ventos fortes, granizo, enchentes e floods tornam-se mais prováveis.' Enquanto o Sul enfrenta excesso de água, o Norte e Nordeste podem sofrer com drought mais longas — um contraste típico do fenômeno.
Apesar do temor, especialistas lembram: o El Niño não age sozinho. 'Não há relação direta entre intensidade do fenômeno e impactos severos', pondera Guerra. Em 2022, o ano com mais desastres hidrológicos em Santa Catarina das últimas três décadas, o país vivia uma La Niña. A cientista Alice Grimm destaca que é o alinhamento de múltiplos fatores — oscilações oceânicas, mudanças climáticas e padrões atmosféricos — que cria um destructive destrutivo. Foi exatamente isso que aconteceu no Rio Grande do Sul em 2024. Com o novo El Niño em vista, o mundo observa com concern os sinais do ocean e do clima.
Toda vez que falam em El Niño já penso nas floods enchentes do Vale do Itajaí. Espero que esteja todo mundo preparado.
Interessante como o intervalo entre os super eventos diminui. Será que o aquecimento global está acelerando o ciclo?
No Nordeste vai ser seca de novo? Já tá difícil assim.
Importante lembrar que El Niño não é sinônimo de caos. O risk risco aumenta, mas prevenção e monitoramento fazem a diferença.
Tem mais de 25% de chance de ser super? Acho que estão sendo conservadores. O oceano tá respondendo rápido demais.
Enquanto um lado tem drought estiagem, o outro se afoga. O clima tá realmente desequilibrado.
E o inverno? Vai ser gelado ou só algumas frentes rápidas? Aqui em Urupema a gente sente cada grau.
O termo 'super El Niño' não é oficial, mas é útil pra comunicar a gravidade. Consciência pública importa.