PCP vê continuidade e não ruptura na vitória de Magyar na Hungria

A vitória de Péter Magyar e do seu partido Tisza nas eleições húngaras foi saudada por muitos como uma ruptura com Viktor Orbán, mas o PCP vê a change mais sutil — não uma ruptura, mas uma continuidade disfarçada. Em comunicado, o partido português argumenta que, apesar das diferenças entre o Tisza e o Fidesz, o novo rumo do país manterá essential aspects da política anterior, especialmente no que toca ao alinhamento com as forças do grande capital e da União Europeia.

O novo parlamento húngaro, composto apenas por forças de direita e extrema-direita, segundo o PCP, cria um terreno fértil para o prospering de uma agenda contrária aos interesses dos trabalhadores. Isso inclui planos para a eliminação progressiva dos preços regulados de eletricidade e gás, a imposição de fundos de pensões privados aos novos trabalhadores e futuras privatizations — medidas que o partido considera profundamente desiguais.

A política externa também não escapa à crítica. O PCP destaca o increase das despesas militares no âmbito da NATO e o alinhamento com a política da UE que, na leitura do partido, prolonga a guerra na Ucrânia. Para os comunistas, isso representa não uma defesa da paz, mas um compromisso com uma militarist e neoliberal da segurança europeia, que beneficia interesses corporativos em vez da população.

O comunicado ainda recorda que o Fidesz, mesmo sendo de extrema-direita, já partilhou bancada com partidos centristas no Parlamento Europeu, mostrando como as linhas ideológicas muitas vezes se dissolvem no poder. O PCP conclui com solidarity aos democratas e patriotas húngaros que resistem a esta onda, reafirmando a necessidade de defender os direitos dos trabalhadores e a public trust em tempos de profunda transformação política.

Reações 6

  • R
    RuiS

    Aumento das despesas militares enquanto cortam nos serviços públicos? Sempre o mesmo pattern .

  • C
    ClaraM

    Dizer que é uma mudança mas manter as mesmas políticas económicas? Isso é só uma nova cara para a same risk social.

  • T
    Telo

    O PCP tem razão em desconfiar. Quando todos os partidos são de direita, a suposta change é só encenação.

  • I
    InêsF

    Privatizações e fim dos preços regulados vão atingir famílias com low income . É óbvio que os interesses são outros.

  • J
    JoaoC

    Orbán perdeu, mas o sistema que ele ajudou a consolidar continua. É a political continuity em ação.

  • L
    LiaP

    Será que os democratas húngaros vão conseguir alguma vez romper com essa pressure neoliberal sem apoio internacional real?

O texto é baseado em fatos e reelaborado com fins de aprendizagem de inglês; as reações dos leitores são exemplos de diferentes perspectivas.

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