Sistema de devolução de garrafas com reembolso de 10 cêntimos entra em vigor
Um novo plan ambiental entra em vigor esta sexta-feira em todo o país: o sistema de depósito com reembolso (SDR), que permite aos consumidores devolverem embalagens de bebidas e receberem a refund de 10 cêntimos por unidade. A iniciativa, descrita pela ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, como um dos maiores projetos ecológicos de Portugal, marca uma significant change na forma como o país lida com resíduos de plástico e metal.
O sistema abrange embalagens de uso único até três litros, como garrafas de água, refrigerantes e latas. Para funcionar, as embalagens devem ter o símbolo 'Volta', estar intactas, sem líquido, com tampa e com código de barras legível. Nas máquinas espalhadas por supermercados e outros pontos de venda — já são mais de 2.500 no total — o consumidor insere a garrafa, ela é esmagada, e um voucher com valor de 10 cêntimos é emitido, convertível em dinheiro ou usado em compras. Quem acumular muitas embalagens pode recorrer a 48 quiosques especializados com maior capacidade.
No entanto, há uma initial challenge : nem todas as garrafas iguais são aceites. Apenas as que já têm a marca 'Volta' podem ser devolvidas, porque só nessas foi aplicada a taxa de 10 cêntimos no momento da compra. Isso significa que, por enquanto, há garrafas idênticas nas prateleiras — umas elegíveis ao reembolso, outras não. A SDR Portugal, entidade gestora do sistema, garante que todas as embalagens devem ter o símbolo até 2025, o que elimina progressivamente a confusion entre os consumidores.
O impacto esperado é alto. Com base em experiências na Alemanha, Áustria e Dinamarca, onde o sistema já recolhe mais de 35 mil milhões de embalagens por ano, a meta em Portugal é atingir uma taxa de recolha de 90% até 2029. Para o mercado, isso traz new pressure sobre fabricantes e distribuidores para se adaptarem rapidamente. Também abre espaço para novos modelos de negócios ligados à logística reversa e ao processamento de materiais recicláveis.
Além disso, o sucesso do SDR depende da public trust no sistema: se os consumidores perceberem o reembolso como prático e confiável, a adesão será alta. Caso contrário, o risco de low participation pode comprometer os objetivos ambientais e econômicos. A transição exige coordenação entre governo, empresas e cidadãos — e cada garrafa devolvida é um pequeno passo com grande potential impact .
Primeira vez que usei a máquina hoje. Funcionou bem, mas demorei a perceber que só aceita garrafas com o símbolo 'Volta'. Simples de usar, mas a awareness conscientização ainda é baixa.
10 cêntimos não é muito, mas se for para reduzir o lixo nas praias, vale a pena. O problema é a inconvenience incomodidade de guardar as garrafas até ter tempo de ir ao supermercado.
E se eu comprar água em grandes quantidades? Vou ter de levar sacos e sacos até ao quiosque? Falta better planning melhor planeamento para famílias grandes.
Empresas de reciclagem já estão a ajustar os costs custos e prever aumento na oferta de matéria-prima. Pode haver market shift mudança no mercado.
Adorei a ideia, mas senti falta de informação nas lojas. Ninguém sabia explicar direito como funciona.
Países nórdicos fazem isso há anos com sucesso. Por que demorámos tanto? Política clara finalmente — agora é ver se a implementation implementação sustenta.