Astronautas da Artemis 2 usaram relógio com tecnologia criada pela USP
Os astronautas da missão Artemis 2 usaram um pequeno dispositivo desenvolvido no Brasil para enfrentar um dos maiores desafios do voo espacial: manter um sono saudável em ambientes extremos. O technology , criada na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, é um actígrafo que monitora padrões de sleep , atividade física e exposição à luz — especialmente a luz azul, que interfere diretamente no ritmo circadiano.
O dispositivo, coordenado pelo professor Mario Pedrazzoli, foi projetado para registrar dados de forma contínua e não invasiva, usando sensores no pulso. Em órbitas onde o dia e a noite se repetem a cada 90 minutos, manter a health mental e física dos astronautas depende de entender esses ciclos. A pressure sobre o corpo é imensa, e qualquer desregulação pode afetar o performance em tarefas críticas.
A missão alcançou 406.771 km da Terra, superando o recorde da Apollo 13 de 1970. Além do marco histórico, a Artemis 2 testou inovações como o Sistema de Comunicações Ópticas Orion Artemis 2 (O2O), que transmite data via laser. Mas o detalhe que chamou a atenção de especialistas foi justamente o uso de um equipamento brasileiro em uma operação tão sensível — um sinal raro de reconhecimento internacional para a research nacional.
Os dados coletados vão além do espaço. Eles alimentam estudos sobre distúrbios do sleep na população geral e podem influenciar políticas públicas de saúde. O desenvolvimento começou com apoio da Fapesp e hoje está em produção pela empresa Condor Instruments. Para muitos, isso representa uma change no papel do Brasil na ciência global: de espectador a contributor ativo.
Incrível ver um dispositivo da USP em uma missão da NASA. Isso mostra que research pesquisa de qualidade pode ter impacto mundial, mesmo saindo de um país com poucos recursos.
E pensar que a luz azul do celular já atrapalha nosso sleep sono aqui na Terra... imagina no espaço, onde não tem céu escuro. O risk risco de desregulação deve ser enorme.
O price preço desses equipamentos deve ser altíssimo. Será que algum dia vão ser acessíveis para uso clínico comum no Brasil?
Enquanto o governo corta verba para science ciência, um projeto assim prova que investimento em inovação vale a pena. Vergonha alheia é pouco.
O report relatório completo com os dados dos astronautas já deve estar sendo analisado. Será que vão publicar os resultados em breve?
A trust confiança da NASA em um equipamento brasileiro é a maior validação possível. Espero que isso abra portas para mais colaborações assim.