Coincidência ou padrão? Português Nuno Loureiro entre cientistas mortos com 'ligações sensíveis' ao governo norte-americano
A pressure aumenta nos Estados Unidos após a revelação de que o governo está a investigar uma série de mortes e desaparecimentos incomuns de cientistas ligados a projetos estratégicos. Entre eles está o físico português Nuno Loureiro, especialista em fusão nuclear, que foi encontrado morto em sua casa no fim do ano passado, vítima de um tiro.
Embora, por enquanto, não haja official link entre os dez casos, um padrão começa a emergir: todos os cientistas envolvidos trabalhavam em áreas altamente sensíveis, desde o desenvolvimento de armamentos até a space research . O caso mais recente ocorreu em fevereiro, com o desaparecimento de um major-general reformado da Força Aérea em Albuquerque, Novo México.
As circunstâncias suscitaram conspiracy theories nas redes sociais, e já há vozes no Congresso exigindo respostas. O presidente Donald Trump confirmou que o governo está a apurar os episódios, embora o FBI ainda não tenha divulgado detalhes sobre possíveis ongoing investigation .
O suspeito da morte de Loureiro, identificado como o português Nuno Valente, também foi encontrado morto dias depois com um ferimento de bala autoinfligido. Valente era ex-aluno da Universidade Brown e tinha permanent residency nos EUA desde 2017. O caso levou Trump a suspender o programa de 'green cards' por sorteio, que ele há muito critica por questões de security risk .
Isso não é coincidência. Quando cientistas de high sensitivity alta sensibilidade desaparecem, há sempre algo por trás.
O governo fala em investigação, mas a public trust confiança pública já está abalada. Cadê as respostas reais?
O programa de green cards é importante, mas se há security flaw falha de segurança, precisa ser revisto com urgência.
Eles ignoram até virar escândalo. Agora é tarde para damage control controle de danos.
Um físico português morto em circunstâncias obscuras? Isso deveria estar em todos os telejornais.
Será que a scientific community comunidade científica vai se unir para exigir proteção? Ou vão esperar o próximo caso?