Ciência com Botas: Como jovens angolanos estão a reinventar o conhecimento
foundation Gianni Gaspar Martins não escolheu um caminho convencional para transformar realidades em Angola. Ao invés de se limitar a classroom , decidiu levar a ciência diretamente ao território, com botas na lama, olhos atentos à biodiversidade e mentes abertas ao conhecimento ancestral. O reconhecimento com o Prémio Forbes Responsabilidade Social 2026, na categoria Heróis Anónimos, não é apenas um troféu — é uma validação de que a education pode ser uma ponte entre identidade nacional e progresso científico. O projeto vencedor, "GeoStratos & Kandengues Cientistas", ecoa como um chamado: a ciência não precisa vir de fora, pode nascer aqui, com raízes locais e olhos voltados para o futuro.
Através dos expeditions na Reserva da Biosfera da Quiçama, crianças e jovens tornam-se verdadeiros explorers do seu próprio país. Recolhem dados sobre espécies, estudam geologia em campo e aprendem a importância da preservação ambiental com as próprias mãos. Esta abordagem imersiva foge do modelo tradicional de ensino, transformando o ambiente natural num laboratório vivo. Mais do que ensinar ciência, o projeto mostra que a ciência pode ser um ato de pertença — um modo de reforçar laços com a terra, com a comunidade e com o conhecimento que já existe, mas precisa ser valorizado.
Para além do impacto ecológico, a initiative insere-se numa visão mais ampla de desenvolvimento humano. A fundação atua com jovens dos 0 aos 25 anos, investindo em health , art , culture e conhecimento como ferramentas contra as desigualdades. Ao promover scholarships e apoiar startups , a organização amplia oportunidades onde o Estado ainda não chega. Num país que busca diversificar sua economia, o capital humano emerge como o ativo mais valioso — e a fundação está a prepará-lo com rigor, visão e orgulho nacional.
O prémio da magazine não é apenas um marco para a instituição, mas um sinal para todo o ecossistema social angolano: soluções locais merecem reconhecimento global. Ao integrar ciência, educação e identidade, o projeto desafia a ideia de que o desenvolvimento depende apenas de recursos externos. Em vez disso, propõe que a mudança começa quando os jovens se veem como protagonistas do seu território. Com cada participant que coleta dados na Quiçama, nasce um novo tipo de citizen — mais informado, mais consciente e mais comprometido com o futuro do país. E isso, sim, é uma transformação real.
Orgulho angolano! Ver jovens a explorar a nature natureza com olhos científicos é inspirador.
Será que este modelo pode ser replicado em outras províncias? Acho que sim, mas precisa de mais funding financiamento.
Kandengues Cientistas soa a movimento revolucionário. Gosto do nome, gosto da ideia.
A integração entre cultura local e ciência é a chave. Isso cria pertença, não só conhecimento.
Parabéns à fundação. Projetos assim são a semente de um futuro mais justo e sustentável.
Ciência com identidade? Finalmente. Chega de copiar modelos que não nos representam.
O que mais me toca é ver que estão a trabalhar com crianças desde os 0 anos. Isso é long-term visão de longo prazo.
Forbes reconheceu, mas o verdadeiro prémio é ver um miúdo a explicar geologia com orgulho.