iFood abre 50 vagas remotas para mulheres em tech: sem diploma, mas com futuro
Em um cenário ainda dominado por homens, o technology brasileiro dá um passo ousado com o programa Elas são Tech, do iFood. A iniciativa, já em sua terceira edição, abre 50 positions exclusivas para mulheres, todas na modalidade 100% remote , permitindo que profissionais de Goiás e de qualquer canto do país participem. As oportunidades vão do nível intermediate ao de Especialista, num sinal claro de que a empresa busca tanto experiência quanto capacidade técnica avançada.
O que torna o programa especialmente atrativo é o benefits oferecido: salário compatível com o market , auxílio home office, assistência médica e odontológica, seguro de vida e até incentivo para courses e aprendizado de languages . O foco não é apenas contratar, mas reter e desenvolver talentos femininos em áreas críticas como Engenharia de Software — nas vertentes Backend e Frontend — e em Data Science e Inteligência Artificial, campos de alta demanda e inovação.
Diferentemente de muitos processos seletivos tradicionais, o iFood não exige formação acadêmica específica. Em vez disso, prioriza practical e a habilidade de resolver complex — uma abertura significativa para quem trilhou caminhos não convencionais na career tech. As inscrições seguem até 02 de maio, com desafios técnicos e interviews programadas entre abril e maio, num ritmo acelerado que reflete a urgência do setor por diversidade.
As profissionais aprovadas devem começar a atuar na empresa em junho de 2026, integrando equipes que moldam uma das plataformas de entrega mais usadas do país. Mais do que uma vaga de emprego, o programa representa um opportunity concreta de transformação — tanto individual quanto coletiva. Em um mercado onde a presença feminina ainda é sub-representada, iniciativas como essa redefinem o future do trabalho em digital .
Finalmente um programa que valoriza experiência real, não só diploma. Isso muda tudo para quem é autodidata.
Eles realmente não pedem faculdade? Isso é raro. Será que o desafio técnico é bem pesado pra compensar?
Adorei o incentivo a idiomas. Aprender inglês com apoio da empresa é um diferencial enorme.
Goiânia tá representada! Mulheres do interior precisam dessas chances oportunidades também.
Boa iniciativa, mas falta ver se vão manter o suporte depois da contratação. Muitas empresas falham nisso.
Já me inscrevi! É exatamente o empurrão que eu precisava pra entrar de vez no field campo tech.
Tecnologia precisa de mais perspectivas diferentes. Isso só traz ganho pra todo mundo.
50 vagas até junho… parece pouco, mas é um começo. O importante é que o programa está crescendo a cada edição.