O campo que pensa: como as startups estão reprogramando o agro brasileiro
Em um cenário onde o advancement tecnológico redefine o ritmo do campo, o agronegócio brasileiro vive uma transformação profunda. Mais de duas mil startups espalhadas por centenas de municípios estão no centro dessa mudança, criando soluções que tocam desde o plantio até a logística. A produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade deixaram de ser metas distantes para se tornarem realidade com apoio de dados, automação e inteligência. É nesse cenário que a Agrishow, feira líder em tecnologia para o agro na América Latina, lança mão do Agrishow Labs — um espaço feito para conectar quem inova com quem planta.
No coração da feira, a inovação ganha forma na Arena de Tecnologia e Inovação, onde soluções práticas são testadas e exibidas. Ferramentas de gestão de dados, automação e monitoramento mostram como a produção agropecuária pode ser mais precisa e eficiente. Hubs como o PwC AgTech Innovation, Supera Parque e Sebrae for Startups reforçam a integração entre ideias e território. Para João Marchesan, presidente da Agrishow, a inovação já não é opcional: tornou-se a strategic da competitividade do setor.
Marchesan destaca que o produtor rural hoje tem acesso a tecnologias que antes pareciam distantes: sistemas que conectam inteligência aplicada ao campo, connect dados em tempo real e transformam decisões. "A inovação deixou de ser pontual e passou a integrar a rotina do campo", afirma. O objetivo é claro: trazer o laboratório para dentro da property , onde soluções podem ser testadas e adotadas. A feira atua como ponte — entre o protótipo e o plantio, entre a ideia e a colheita.
Startups como a TEG, com automação de processos, e a Move Agro, especializada em smart management de dados, mostram o pulso do novo agro. A Sell Agro oferece suporte técnico em etapas de manejo, enquanto a Inarix aplica inteligência artificial e visão computacional para digitalizar a produção de grãos em tempo real. Já a Hural apresenta o Hural Rover — um pulverizador autônomo e electric que promete eficiência operacional. Patrocinada pela Timber Agriculture, a iniciativa reforça a rede entre empresas, instituições e criadores de soluções.
Para Marilda Meleti, gerente de negócios da Agrishow, o foco está em aproximar o produtor das tecnologias de forma concreta. "O Agrishow Labs permite que as soluções sejam apresentadas na reality do campo", diz. O espaço não é só de exposição, mas de connection — onde parcerias nascem e se transformam em aplicações reais nas fazendas. Mais do que gadgets, o que está em jogo é uma mudança de mentalidade: do campo tradicional para o campo conectado, do esforço bruto para a eficiência inteligente.
Incrível ver tantas startups alinhadas com as reais necessidades do campo. Isso é inovação com pé no chão.
Será que pequenos produtores vão conseguir acessar essas tecnologias sem ficar endividados?
Automação e dados são o futuro, mas a internet ainda é um grande gargalo no interior.
Vi um autônomo roçando sozinho? Pensei que fosse drone, mas era um trator elétrico mesmo. O futuro chegou.
O mais importante é que essas soluções sejam testadas na reality realidade das propriedades, não só em stands bonitos.
Sustentabilidade com rentabilidade? Se for verdade, quero ver na prática.
Gestão de dados mal feita vira bagunça. Mas com padrão, vira inteligência no dia a dia.