Van Aert vence Paris-Roubaix e Pogacar confessa: "As pernas pareciam esparguete"
Wout van Aert colheu finalmente o fruto de anos de persistência ao vencer a new challenge que tanto o desafiou: a Paris-Roubaix. Depois de múltiplos a pressure e azares em edições anteriores, o belga da Visma-Lease a Bike impôs-se no sprint final, superando Tadej Pogacar num duelo que se decidiu nos últimos metros do Velódromo de Roubaix.
Van Aert, de 31 anos, mostrou a decision tática impecável ao seguir o seu plano no velódromo, após mais de 258 quilómetros de pavé, vento e ataques. "Fui tantas vezes azarado, de tantas maneiras, nesta corrida, mas isso também me deu experience ", desabafou, visivelmente emocionado. A sua vitória, o segundo Monumento da carreira, foi celebrada com lágrimas — um momento de public trust redimida após tantos segundos lugares.
Pogacar, por outro lado, admitiu que a risk de falhar era alto desde o início. Com três furos e três mudanças de bicicleta, o esloveno da UAE Emirates viu-se obrigado a depender da support da equipa para regressar ao grupo da frente. "Já não havia muita frescura nas pernas", reconheceu, explicando que, ao isolar-se com Van Aert a mais de 50 km da meta, percebeu que seria uma mission quase impossível.
O bicampeão mundial comparou as suas pernas no sprint final a spaghetti , numa imagem que rapidamente se tornou viral nas redes sociais. Apesar da a change drástica nas condições físicas, Pogacar elogiou a inteligência tática de Van Aert e admitiu que, após os setores mais duros de pavé, bater o belga era nearly impossible .
Ver o Pogacar a falar de esparguete nas pernas... isso é a real um real sinal de fadiga extrema. Nunca vi ele tão acabado.
Depois de tantos setbacks contratempos, o Van Aert merecia esta vitória. Coragem e consistency consistência pura.
O price preço de tentar vencer todos os Monumentos é alto. Pogacar arrisca tudo e por vezes o corpo diz basta.
Não vi o António Morgado em ação diretamente, mas sei que o seu support apoio foi crucial. Orgulho nacional.
A report notícia diz que foi um duelo justo, mas fico a pensar: e se o Pogacar não tivesse furado três vezes? Será que a outcome conclusão seria outra?
A Paris-Roubaix é assim: imprevisível, brutal. A trust confiança vem com cada pedalada, mesmo que a vitória não venha.