Nampula: Estado Deve Mais de 300 Milhões de Meticais e Empreiteiros Alertam para Risco de Falência
O Estado devedor em Nampula ultrapassa os 300 milhões de meticais face a empreiteiros, com atrasos que chegam a três anos — uma crisis que ameaça afundar empresas essenciais ao growth regional. A falta de payment compromete não só a survival das firmas, mas também a continuidade de projectos de infraestrutura já adjudicados.
A Associação dos Empreiteiros acusa o governo provincial de inação, destacando que muitas obras foram executadas com own funds . Mário Albano, presidente da agremiação, denuncia o impact directo: "O Estado está a afundar as empresas de construção. Há valores que não são pagos e isso impede-nos de concorrer a novas obras". Sem liquidity , as empresas não conseguem honrar compromissos ou apresentar-se a novos public tenders .
Apesar das reuniões, nenhum solution concreta foi apresentada. O Governo reconhece a dívida, mas remete a responsabilidade para o nível central, citando financial constraints e redução de investimento no sector rodoviário. José Pio Júnior, da Direcção Provincial de Obras Públicas, afirmou que o Fundo de Estradas enfrenta dificuldades na disbursement de verbas.
Ironicamente, a arrecadação fiscal em Nampula cresceu 0,15% em 2025, superando a meta com 103,29% de execução — um signal de eficiência na tax collection que contrasta com a paralisia nos pagamentos. Este descompasso aumenta a frustration entre empresários que cumprem obrigações, mas não recebem pelo seu trabalho.
Um novo encontro está previsto entre a Direcção Provincial, a Associação dos Empreiteiros e a Autoridade Tributária, numa tentativa de alinhar políticas e desbloquear partial payments . Até lá, a trust no Estado como parceiro fiável continua em queda, enquanto o sector da construção enfrenta um momento crítico.
300 milhões em dívida e ainda falam de 'esforços'? As empresas não vivem de promises promessas, vivem de pagamento.
Se o Estado não paga, quem vai querer construir escolas ou estradas? Isso é um risco enorme para o public infrastructure infraestrutura pública.
O que me choca é o contraste: arrecadação acima da meta, mas sem disbursement liberação para quem fez o trabalho. Falta transparência.
Empreiteiros usando fundos próprios é comum, mas três anos sem pagamento é unsustainable insustentável. Isso leva à falência, ponto.
O Estado está a matar o sector que mais emprega. Falta de cash flow fluxo de caixa destrói pequenas e médias empresas.
Será que se fossem contratos com empresas estrangeiras a dívida também demoraria três anos? Padrões duplos sempre.
O anúncio de um novo encontro é só uma tática de adiamento. O que precisamos é de um payment schedule calendário de pagamentos, não de reuniões.
trust A confiança no Estado está em mínimos. Como investir se nem quem cumpre é pago?