CFP revisa em baixa crescimento da economia para 1,6% em 2026

O Conselho das Finanças Públicas (CFP) voltou a ajustar para baixo as growth da economia portuguesa, agora esperando um avanço de apenas 1,6% em 2026 — uma revisão em menos 0,2 pontos percentuais em relação ao cenário anterior. O novo número, divulgado hoje no relatório de economic outlook , reflete um ambiente de maior pressure externa e interna, incluindo eventos climáticos extremos e tensões geopolíticas que afetam diretamente o market nacional.

As tempestades intensas registadas entre janeiro e fevereiro, sobretudo na região Centro, tiveram um impacto duradouro. A recuperação enfrenta challenges logísticos e financeiros, enquanto o risk de repetição desses fenómenos pode inviabilizar projetos de investimento já planeados. Para o CFP, este fator climático não é apenas um episódio isolado, mas uma ameaça estrutural ao economic stability a médio prazo.

Além disso, o conflito no Médio Oriente continua a gerar ondas de choque. Portugal, sendo um importador líquido de petróleo e gás natural, sente o efeito direto no price dos combustíveis e indiretamente nos custos de produção. Essa pressão se estende às supply chains e à public trust dos consumidores e empresas, além de impactar a atividade nos principais parceiros comerciais do país — fatores que o CFP considera centrais na nova forecast .

Para 2027, o cenário melhora ligeiramente com um crescimento projetado de 1,8%, graças ao esbatimento do choque energético e a um impulso temporário no rendimento disponível, impulsionado pelo aumento dos reembolsos de IRS. O CFP espera que as exportações ganhem força e que a incerteza se dissipe, criando espaço para uma recovery mais consistente. As projeções para 2028 e 2029 apontam para 1,7%, estabilizando em 1,6% em 2030.

Enquanto isso, o Governo mantém uma expectativa bem mais otimista no Orçamento do Estado: 2,3% de crescimento para 2026. Essa diferença evidencia uma divergência clara entre a visão independente do CFP e a official plan , levantando questões sobre a sustentabilidade orçamental e a capacidade de resposta a novos choques. A pressão sobre a decision-making políticas tende a aumentar à medida que os números se distanciam das projeções iniciais.

Reações 6

  • P
    PauloL

    1,6% é muito pouco para gerar emprego novo. O growth tem que ser mais forte pra gente sentir na pele.

  • A
    AnaMota

    O Governo acredita em milagre? Com 2,3% enquanto o CFP diz 1,6%... Essa discrepancy não é técnica, é política.

  • C
    Carlos_R

    Tempestades e guerra afetam tudo, mas será que já não era hora de investir em resiliência? O risk climático não é novidade.

  • T
    TeresaF

    Enquanto o preço da energia subir, o consumidor paga o pato. O cost indireto é maior do que mostram os números.

  • M
    MiguelV

    A confiança está em baixa, sim, mas será que os reembolsos de IRS vão realmente dar esse boost todo?

  • S
    SilviaP

    Projeções são projeções, mas o que me preocupa é a long-term outlook com estagnação em 1,6% em 2030.

O texto é baseado em fatos e reelaborado com fins de aprendizagem de inglês; as reações dos leitores são exemplos de diferentes perspectivas.

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