Alckmin evita apoiar taxa das blusinhas e fala em indefinição
Em meio a crescente political pressure , o presidente interino Geraldo Alckmin evitou defender a chamada "taxa das blusinhas" nesta sábado (18.abr.2026), marcando uma virada em relação ao seu discurso apenas dois dias antes. Durante visita a uma concessionária em Valparaíso (GO), ele afirmou que "não há ainda uma decisão" sobre o futuro do imposto, sugerindo que o tema permanece em aberto. A mudança de tom contrasta com sua posição na quinta-feira (16.abr), quando justificou a cobrança como forma de protect jobs e destacou que a alíquota ainda era menor que o custo da produção nacional.
A public trust no governo sofre com a medida desde sua criação em agosto de 2024. Estudos internos da Secom apontam a taxa como uma das mais impopulares entre as classes C e D, justamente o grupo mais atingido por compras internacionais de até US$ 50 — faixa sujeita a 20% de imposto. Para valores entre US$ 50,01 e US$ 3.000, a alíquota sobe para 60%, com desconto fixo de US$ 20. A arrecadação foi de R$ 5 bilhões em 2025 e já soma R$ 1,28 bilhão no primeiro trimestre de 2026, mas o political cost parece estar pesando mais.
Enquanto a Casa Civil e a Secom passam a liderar a discussão pela revocation , ministros alinhados à base política do governo reforçam o recuo. José Guimarães (PT), novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, chamou a taxa de "um dos elementos mais fortes de desgaste" e disse que não se oporia à sua extinção. Já Guilherme Boulos (Psol), da Secretaria-Geral, afirmou que a revogação é "possível", citando até uma crítica anterior do próprio Lula, que teria chamado a cobrança de "irracional".
Mas o debate não está encerrado. Ministérios como a Fazenda e o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio) ainda resistem à new decision , defendendo a manutenção da medida como forma de proteger a indústria nacional. O impasse reflete uma institutional conflict crescente dentro do governo, com a ala econômica em rota de colisão com a política. Com as eleições se aproximando, a pressão por uma rapid response aumenta — e a definição, ou sua falta, pode ter consequências reais no voto.
O price preço nas compras online já subiu muito. Se revogarem agora, vai parecer capitulação. Se não revogarem, o desgaste continua. Não tem saída fácil.
Claro que o Alckmin recuou. A public reaction reação do público foi pesada, e ele tá no cargo temporário. Melhor não assumir decisão impopular.
Chamar de 'taxa das blusinhas' já mostra o viés. É sobre proteção industrial, não sobre roupas baratas. Mas a communication comunicação do governo foi um desastre.
Enquanto isso, quem compra remédio ou material de estudo paga caro. Essa policy política atinge os mais vulneráveis.
O Lula chamou de irracional e agora o governo tá tentando consertar. Demorou, né? Custo político alto por uma medida mal explicada.
Será que vão mesmo revogar antes das eleições? Ou só estão jogando para ganhar tempo? A trust confiança tá no fundo.