O segredo da Fidelidade: tecnologia com propósito, não por modinha
Numa era em que ambition e innovation ditam o ritmo dos negócios, a Fidelidade tem apostado forte na digital como alavanca estratégica. Com mais de dois milhões de clientes, a seguradora portuguesa tem redefinido a relação com o consumidor, não apenas através de technology , mas com uma visão integrada que junta negócio e IT. Para Teresa Rosas, a leader distinguida nos Portugal Digital Awards, o reconhecimento não é individual: é um espelho do trabalho coletivo, daqueles que diariamente constroem um ecossistema mais efficient e connected .
O verdadeiro challenge , como explica, não foi apenas criar experiências digitais atraentes, mas garantir que a jornada do cliente seja end to end — da promessa à operação. Afinal, muitas empresas pecam por ter interfaces modernas, mas operations lentas e desalinhadas. Na Fidelidade, o foco foi na automação, na service e na arquitetura de ecossistemas que refletem a vida real das pessoas — incluindo os pets como parte da família. A tecnologia deixou de ser um suporte e passou a ser o núcleo da proposta de valor.
Um key surgiu em 2014/2015, quando a agenda digital deixou de ser um projeto paralelo e se tornou estratégia central da empresa. Digital deixou de ser um tema de IT e passou a ser negócio. E se a mudança já estava em curso, a pandemia atuou como um acelerador brutal: o que era propósito tornou-se necessity . A sobrevivência dependia da capacidade de resposta digital. A mudança de behavior dos clientes impôs novos ritmos — e a Fidelidade já estava alinhada.
Hoje, o impacto é visível: mais information , melhor inteligência na relação com clientes e parceiros, e produtos inovadores que respondem a necessidades reais. Mas o caminho não está livre de riscos — ao expor mais a tecnologia ao exterior, a resiliência e a segurança tornaram-se prioridades. Teresa vê com otimismo a evolução em Portugal: a democratização do digital está a avançar, mas alerta para a urgência de reter talent e promover literacia digital em todas as empresas, grandes e pequenas.
Para o futuro, a inteligência artificial será um divisor de águas — ainda estamos na surface do que é possível. Mas o verdadeiro conselho de Teresa vai além da tecnologia: inove com propósito, invista nas fundações (arquitetura, segurança, dados) e, acima de tudo, invista nas pessoas. A transformação digital é, antes de mais, uma transformação humana — e quem perder este comboio, avisa, estará a criar uma distance irreversível no mercado.
Concordo plenamente que o digital tem que ter propósito, senão é só ruído.
Será que pequenas empresas conseguem acompanhar este ritmo sem grandes orçamentos?
Adorei a parte dos pets — mostra que estão a pensar no cliente como pessoa, não só como número.
A resiliência das plataformas é mesmo crucial, especialmente com tantos ciberataques hoje em dia.
O que me surpreende é como a pandemia acelerou processos que pareciam levar décadas.
Retenção de talento em Portugal é um challenge desafio real — muitos vão trabalhar remotamente para empresas estrangeiras.
Ser pequeno pode ser uma vantagem se soubermos criar redes fortes entre empresas e Estado.
Ainda estamos a aprender a usar a inteligência artificial com ética e transparência.